Roger Schmidt anteviu jogo com Chaves e abordou ida ao mercado e a hipótese João Félix

Roger Schmidt, treinador do Benfica, fez a antevisão do desafio diante do Chaves, da 11.ª jornada da Liga Bwin.

Na ressaca da grande vitória sobre a Juventus (4-3), que valeu o passaporte para os oitavos de final da Liga dos Campeões, o treinador alemão alertou para a qualidade da equipa transmontana.

«Não é difícil passar o foco para o campeonato, é algo a que já estamos habituados e temos de fazer essa mudança do ‘chip’. O Chaves é uma boa equipa, já o mostraram esta época, são corajosos, com qualidade no ataque e fizeram jogos muito bons fora de casa. Ganharam ao Sporting, em Alvalade, e em Braga e isso diz tudo. Estamos preparados para um jogo difícil, mas ganhámos muita confiança com o jogo contra a Juventus. Foi especial, a quinta jornada na Champions é sempre crucial mas fizemos um jogo de todo a todos os níveis. Agora a nossa obrigação é manter este nível, temos mais duas semanas até à pausa para o Mundial e queremos estar no nosso melhor», alertou o líder das águias.

Ganhou força, nas últimas horas, em Espanha, o possível regresso de João Félix ao Benfica. Afastado das opções iniciais de Diego Simeone, o avançado português pretenderá deixar o Atlético Madrid em janeiro e, no lançamento do jogo com o Chaves, Roger Schmidt não escondeu o sorriso quando questionado sobre o assunto.

«Se fosse possível seria muito bem-vindo. É um grande jogador, fez apenas alguns meses na equipa principal do Benfica, eu gosto muito dele mas, sinceramente, não é algo realístico. Saiu por muito dinheiro e penso que será uma hipótese impossível mas, se fosse possível…», disse o técnico alemão.

«Se amas futebol amas o Benfica» foi uma das primeiras frases fortes de Roger Schmidt quando chegou a Portugal, no início da época, para assumir o comando do Benfica. Questionado esta sexta-feira sobre um balanço destes primeiros meses na Luz, o treinador alemão assumiu a total felicidade pelo bom momento que ele próprio e a equipa atravessam.

«Já tinha esse feeling… Conhecia o Benfica e, quando falei com as pessoas do clube, como o Rui Costa e o Lourenço Coelho, foi isso que senti, que este era o clube certo para eu estar. Agora conheço o clube ainda melhor, é incrível, há muita qualidade, muita paixão…  Olhando para a atmosfera do estádio no jogo de terça-feira (Juventus)… Há uma enorme paixão dos adeptos e o Benfica é tudo aquilo que eu esperava e queria fazer parte disto. Estou muito feliz aqui», afiançou o treinador.

Já sobre um possível ataque ao mercado em janeiro, Schmidt disse: «Estou muito contente com este plantel, mas, e podem fazer a pergunta a todos os treinadores do mundo, quando o mercado está aberto tens de ver se é possível melhorá-lo. No inverno é diferente, há menos mudanças, mas surgem algumas oportunidades. Para nós não será crucial, temos um plantel equilibrado e com qualidade, já no verão fizemos algumas alterações a pensar no nosso estilo de jogo. Em janeiro pensaremos nisso.»

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