Benfica perdido na Mata acaba por se encontrar apenas no desempate por grandes penalidades

No início da caminhada na Taça de Portugal, o Benfica teve de sofrer até ao último suspiro para superar o Caldas, da Liga 3, tendo precisado de recorrer ao último método de desempate, por grandes penalidades, após a igualdade a uma bola prevalecer durante 120 minutos de futebol.

Na decisão, os encarnados converteram todos os penáltis — Enzo Fernández, Ristic, Aursnes e João Mário não facilitaram — enquanto a equipa da casa falhou logo o primeiro remate da marca dos 11 metros, por Marcelo Marquês.

A primeira parte foi bastante fraca por parte do Benfica, com a melhor situação de golo a pertencer ao Caldas, por João Rodrigues a desferir uma bomba ao poste, a uns bons 40 metros da baliza, ao minuto 38.

Na segunda parte, Roger Schmidt mexeu bem na equipa ao introduzir Diogo Gonçalves e Petar Musa, com o croata a colocar as águias em vantagem aos 53′, mas uma infeliz receção de bola de António Silva, aos 74′, deixou a bola ao dispor de Gonçalo Barreiras, para assinar a igualdade, isto no minuto a seguir a um excelente livre cobrado por Grimaldo, a levar o esférico ao poste.

Petar Musa, aos 56′ e logo a seguir, em dose dupla, aos 57′, desperdiçou o 2-0 e já aos 83′, voltou a não ser capaz de bater Wilson Soares para o segundo golo do Benfica.

Seguiu-se assim o prolongamento, meia-hora de jogo onde o momento alto foi o míssil de Enzo Fernández, à trave, aos 98′, mas o nó não mais desatou e apenas da marca dos onze metros é que a contenda se resolveu, com um Benfica mais eficaz a garantir o bilhete para a 4.ª eliminatória (16 avos de final) da Taça de Portugal.

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