Invencibilidade do Benfica mantida em Paris e oitavos da Champions quase garantidos

O Benfica não precisou de jogar o seu melhor para apagar a luz em Paris, impondo empate ao PSG, que jogou privado de uma das suas estrelas do ataque, Lionel Messi, mas apresentou o resto da constelação.

Também o Benfica, privado de Neres, ficou mais pobre na sua criatividade e Aursnes, médio norueguês de características defensivas, mesmo tentando disfarçar limitações ofensivas, não foi o ala esquerdo que a equipa precisava.

Com problemas dos dois lados, a primeira parte foi correndo sem oportunidades de golo, Rafa ainda ameaçou, Mbappé por duas vezes também, mas o golo parisiense só chegaria de penálti, pelo francês, que castigou falta de António Silva sobre Bernat, entrada mal calculada do central.
O segundo tempo foi um pouco de mais do mesmo, ainda que prometesse com grande ocasião logo de entrada para Mbappé , que atirou ao seu estilo, remate em ‘banana, com a bola a passar bem perto do poste esquerdo da baliza de Vlachodimos. 

Com mais disciplina e suor do que arte, o Benfica foi assumindo o controlo do jogo e empurrando o PSG para a sua área, até ao momento em que Verratti entrou duro sobre Rafa e cometeu falta que só a intervenção do VAR castigou. 

João Mário, um dos melhores em campo, assumiu a marcação e, tal como em Turim, não falhou. 1-1. Depois, o PSG, jé em esforço face ao desgaste de Neymar e Mbappé, procurou reagir, mas sem poder e ideias, acabando por assustar somente por vez, quando o francês marcou, mas em posição fora de jogo. 

O empate premeia e penaliza as duas equipas de igual forma. Mantêm-se lado a lado no cimo da tabela do Grupo H, com 8 pontos, estando a um passo do apuramento para os oitavos, mas sendo obrigadas a manter o pé no acelerador para tentarem chegar ao primeiro lugar.

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