Há um outro Horta a começar a dar nas vistas em Braga

O poder de atração do SC Braga neste início de temporada vai arrancando suspiros. A equipa de Artur Jorge lida de forma responsável com o sucesso, respondendo por boa parte do melhor que 2022/2023 já deu a ver no âmbito nacional, convergindo uma série de resultados notáveis com a qualidade do seu futebol. Nota elevada que expõe o acerto e a regularidade das suas individualidades dentro das quatro linhas, como demonstra a folha de serviços de André Horta.

O livro da época desenvolve uma capacidade argumentativa capaz de defender a convicção de que esta é a melhor versão do médio com aquela camisola, considerando o estatuto adquirido no Minho.

O futebolista nascido há 25 anos em Almada está a iniciar a quarta campanha ao serviço dos guerreiros, aquela em que se tem afirmado como titular de uma forma mais vincada, principalmente na companhia do líbio Al Musrati. Das sete jornadas do campeonato aos dois duelos na Liga Europa, não houve partida na qual não tivesse marcado presença, com a particularidade de ter alinhado de início em oito desses nove desafios.
Saltou do banco apenas na receção ao Union Berlin, na ronda 2 da prova uefeira, substituindo Racic à hora de jogo. Bem a tempo de contribuir para a segunda vitória do coletivo na competição, testemunhando e festejando em campo o golo Vitinha, obtido já dentro do último quarto de hora do embate realizado na pedreira.

Nos outros arranques como jogador bracarense, André Horta até pode ter chegado a inscrever, algumas vezes, o seu nome na lista de marcadores ou ter assinado uma ou outra assistência, mas as bancadas nunca o tinham encontrado tantas vezes no onze. Prova da sua maior maturidade competitiva, ele que se assume cada vez mais como um homem de área a área, mesmo com o 10 às costas.

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