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Jogadores portugueses voltam a ter mais protagonismo nos golos encarnados

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Treze jogos, 35 golos marcados, seis sofridos, padrão vincadamente ofensivo de uma equipa construída pela cabeça do treinador alemão Roger Schmidt, mas que tem profundo vinco português, sobretudo ao nível dos golos marcados. 21 deles pertencem, pois, a Gonçalo Ramos (oito), Rafa (seis), João Mário (cinco), Diogo Gonçalves e Henrique Araújo, ao passo que o grupo de goleadores estrangeiros é comandado pelo brasileiro David Neres, com cinco disparos às redes.

A influência dos portugueses no total de golos da equipa benfiquista é clara e a percentagem, 60 por cento, difícil de superar. É preciso recuar a 2005/2006, temporada que ficou marcada por uma grande campanha europeia de Ronald Koeman, para encontrar melhor. O treinador dos Países Baixos conduziu o Benfica aos quartos de final da Liga dos Campeões, sendo eliminado pelo poderoso Barcelona de Ronaldinho Gaúcho, depois de ter deixado pelo caminho Manchester United, na fase de grupos, e Liverpool, que era o detentor do título, nos oitavos de final.

O Benfica de Koeman foi conjunto marcado por uma evidente identidade portuguesa, onde jogadores consagrados como Nuno Gomes e Simão Sabrosa davam cartas, mas apontou apenas 20 golos nas primeiras 13 partidas da temporada. Desses 20 golos, 16 pertenceram a jogadores portugueses, o que é sinónimo de uma influência lusa de 80 por cento no total de golos marcados.

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