Finalmente o repouso dos “Invencíveis” autorizado pelo mister Roger Schmidt

Caminhada triunfal na Liga (liderança e sete vitórias em sete jogos) e também na Champions (sempre a vencer, da terceira pré-eliminatória aos dois jogos na fase de Grupos). Resultado: 13 jogos com o Benfica invencível e aqui chegados o prémio concedido pelo treinador alemão Roger Schmidt, com miniférias de cinco dias ao plantel, muito desgastado, até pelo facto de o onze ter sido praticamente sempre o mesmo neste início de temporada.

Por muito que se utilize a velha frase de que ganhar não cansa, a equipa técnica liderada por Roger Schmidt entendeu que o mais benéfico será aproveitar a paragem para os jogos das seleções para dar repouso aos jogadores, que só voltam a jogar no dia 1 de outubro, mas logo com deslocação complicada ao terreno do V. Guimarães na defesa da liderança na Liga e logo numa jornada de grande importância, já que se defrontam FC Porto e SC Braga, segundo e terceiro classificados.  

Dizia Roger Schmidt após a goleada por 5-0 ao Marítimo que não há aspecto negativo na paragem na Liga, que é preciso aproveitar para que os jogadores recuperem de meses de grande intensidade em termos físicos e mentais.

«Não há lado negativo. Esperemos que os internacionais voltem bem fisicamente e para os que ficam tenham alguns dias de descanso: para relaxar, passar tempo com as famílias, depois destas semanas difíceis, com muitos jogos», anunciava o treinador, sublinhando que após esta paragem volta ciclo de muito trabalho: «É bom para nós, para depois voltarmos a colocar o foco no trabalho. Temos jogos a cada três dias e por vezes é difícil trabalhar algumas coisas, pelo que este tempo também é importante para isto.»

A questão era direta: se uma equipa com 13 vitórias consecutivas, com caminhada impressionante com 35(!) golos marcados e apenas seis sofridos, com posição privilegiada no Grupo H da Liga dos Campeões (lidera com seis pontos, os mesmos que o PSG e com Maccabi Haifa e Juventus ainda em branco) e também no campeonato não lamenta a interrupção? A resposta será dada no próximo ciclo, mas para já Roger Schmidt defende que não vem daí mal ao mundo.

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