Roger Schmidt assumiu algumas dificuldades perante o Maccabi Haifa em jogo muito físico

Roger Schmidt analisou o triunfo do Benfica diante do Maccabi Haifa (2-0) na 1.ª jornada do grupo H da Liga dos Campeões. Recordou que este agrupamento “é difícil”, garantiu que os encarnados vão tentar fazer o melhor possível e que estiveram “muito focados e disciplinados” diante da turma israelita.

Na zona de entrevistas rápidas e na conferência de Imprensa, o técnico explicou as entradas de Musa e de Aursnes; revelou o que pediu à equipa para a etapa complementar; e colocou o “foco” no jogo com o Famalicão [6.ª jornada da Liga Bwin].

Já na conferência de imprensa, Roger Schmidt assumiu algumas dificuldades perante o Maccabi Haifa (2-0), na primeira jornada do Grupo H da Liga dos Campeões. O treinador do Benfica falou numa mudança do primeiro para o segundo tempo.

Benfica-Maccabi Haifa

FOCO E DISCIPLINA FORAM FULCRAIS: A ANÁLISE

“Foi um jogo difícil para nós. O opositor é uma boa equipa, muito física, boa taticamente, com muitas marcações individuais. Não foi fácil encontrarmos espaços abertos para atacar, algo que tentámos na primeira parte. Precisámos de 45 minutos para conseguir ter o nosso ritmo. Na segunda parte foi importante marcar cedo com o golo de Rafa e depois com o fantástico golo de Grimaldo. Estivemos muito focados e disciplinados na defesa, também tivemos oportunidades para marcar golos que nos dessem mais confiança. Estamos felizes por termos conseguido os três pontos.”

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TROCA DE GONÇALO RAMOS POR MUSA AO INTERVALO

“Precisávamos de frescura no ataque, o Gonçalo [Ramos] já tinha cartão amarelo e tem jogado muitos minutos nas últimas semanas. Petar [Musa] foi a escolha certa, na minha opinião, para dar uma componente mais física na frente. Tentámos jogar bem e, tal como disse antes do jogo, também precisamos de ter bons jogadores que entrem bem na partida.”

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O CONSELHO QUE MUDOU A SEGUNDA PARTE

“Temos sempre de respeitar os adversários, nomeadamente na Champions. Eles merecem jogar na Liga dos Campeões, todos têm as suas armas e isso viu-se na primeira parte, que não foi fácil para nós. Disse aos jogadores que precisávamos de ter paciência e esperar pela melhor altura para marcar. Merecemos a vitória.”

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A ENTRADA DE AURSNES

“Durante o jogo, o Maccabi Haifa correu alguns riscos e achámos por bem ter três médios-centro à frente dos nossos defesas-centrais para termos maior controlo de jogo. Mudámos e, especialmente para Enzo e Florentino, ficou mais fácil. Foi uma mudança tática para estabilizar o nosso setor defensivo.”

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DEZ VITÓRIAS EM DEZ JOGOS? IMPORTANTE É O FAMALICÃO!

“A estatística [10 vitórias nos primeiros 10 jogos no Clube] não é muito importante para mim, o importante são os jogos que se seguem, é nisso que temos de estar focados. O calendário é apertado para a equipa e para os jogadores, e quando jogamos a Liga dos Campeões, com jogos que nos fazem despender imensa energia, temos de recuperar e voltar a colocar o foco nos jogos, como os da Liga Portuguesa, porque temos já um jogo no sábado [com o Famalicão].”

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TODOS OS JOGADORES CONTAM

“Precisamos de todos os jogadores, certamente. O calendário de jogos é duro e, neste momento, temos jogado quase sempre com um onze muito similar e depois fazemos substituições durante as partidas, mas no sábado temos outro desafio e João Mário e Gonçalo Ramos estão suspensos. Os outros jogadores estão prontos e em boas condições para começarem de início.”

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JOGO A JOGO NO GRUPO H

“O grupo é difícil e vamos tentar fazer o nosso melhor. O nosso próximo jogo é com a Juventus [14 de setembro], fora, e não vai ser fácil. O foco tem de estar nesse jogo e vamos ver como corre. Quando estamos na fase de grupos, o objetivo é passar para os oitavos de final. Vamos ver, porque não somos os favoritos do grupo, isso é certo. O caminho ainda é longo.”

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