Roger Schmidt abordou o mercado antes de antever o desafio com o Vizela

Roger Schmidt, treinador do Benfica, anteviu, em conferência de Imprensa, o jogo com o Vizela, a contar para a 5.ª jornada da Liga Bwin.

Roger Schmidt prefere deixar para sexta-feira a análise ao mercado – quando já estiver fechado – e por isso não confirmou Draxler ou o central John Brooks, mas não se coibiu de falar mais uma vez de Ricardo Horta.

O que pode trazer Draxler à equipa? Fica assim afastada a hipótese de Ricardo Horta? «Bem, o Ricardo Horta não vem, isso está claro. Gostaria de falar de jogadores que talvez venham para o Benfica só quando assinam contrato. Se não está feito, não posso falar dos jogadores.»

Com a lesão de Morato e a saída de Vertonghen – «ele quis sair» – o Benfica está curto de centrais, pelo que o treinador Roger Schmidt assumiu que o clube procura ainda um jogador para a posição.  

O que sentiu com a lesão de Morato: «Por um lado estou contente por não o ter perdido mesmo [eventual saída no mercado] mas estou triste porque gosto muito das performances e atitude dele. Vamos ver quando tempo demora. Estava em forma, a jogar muito bem, mas às vezes estas coisas acontecem no último segundo de jogo. Mas temos um bom plantel e jogadores que o podem substituir, durante a época temos de estar sempre preparados.»

Procura outro central? «O problema agora é termos 3 centrais lesionados [além de Morato, João Victor e Lucas Veríssimo] que não estão disponíveis nas próximas semanas, também o Vertonghen decidiu sair, Temos Otamendi e António Silva, boas doluções, mas temos muitos jogos, faz sentido arranjar outro central, estamos a trabalhar nisso.»

John Brooks é o central escolhido? «Gostaria de falar de outros jogadores, mas quando assinarem. Podemos falar disso amanhã à noite [depois do jogo com o Vizela e com o mercado fechado].»

Lucas Veríssimo quando volta? «Infelizmente não sei, teve uma lesão grave, não é fácil a recuperação. Houve complicações, esperamos que os joelhos estejam bem nas próximas semanas talvez possa começar a treinar com a equipa. Esperemos que possa estar o mais rápido possível.»

À entrada para a 5.ª jornada o Benfica é líder, mas o treinador Roger Schmidt diz que não se deixa impressionar por isso.

Como será defrontar o Vizela: «Estão habituados a jogar juntos, uma das equipas difíceis de defrontar, conhecem-se bem, não é fácil marcar-lhes golos. Mas já demonstrámos que conseguimos gerir situações difíceis.»

Estar em primeiro é importante? «A equipa trabalha forte para isso, mas é apenas um momento, não é assim tão importante agora. Só nos queremos focar no que temos de fazer a seguir, jogo a jogo, para manter o nível. Para mim, enquanto treinador, é muito importante transmitir isto aos jogadores. Se perdermos o foco podemos perder o pé. Estamos confiantes pelas vitórias, mas temos sempre de estar no presente.»

Viu o jogo do Vizela com o FC Porto? «Claro que analisámos os jogos do adversário.  As outras equipas tentam jogar um futebol agressivo, ofensivo, isso faz parte.  Temos de estar preparados mentalmente, não só fisicamente para poder abordar um jogo.»

Está satisfeito com plantel, é o que queria desde início? «Estou muito satisfeito, o que os jogadores fizeram nas últimas semanas foi top, não é fácil gerir um plantel com tantos jogadores, mas o nível de qualidade e concentração foi óptimo. Temos sempre se ajustar. Amanhã à noite, depois do jogo, podemos falar melhor de como correu o mercado.»

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