Benfica costuma dar-se bem nesta fase de acesso à Champions

Os números não mentem e são favoráveis: o aproveitamento do Benfica nas eliminatórias de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões é de 70 por cento. Ou seja, em dez tentativas, as águias conseguiram o passaporte para a Prova Milionária em sete.

A última, diga-se, foi há um ano.

Frente ao PSV Eindhoven, na altura orientado por Roger Schmidt, hoje no banco da Luz, os encarnados venceram por 2-1 em casa e seguraram o nulo nos Países Baixos, mesmo depois da expulsão de Lucas Veríssimo.

Antes, já o Spartak de Moscovo, de Rui Vitória, havia ficado pelo caminho.

Em 2020, diga-se, a história foi diferente. Num ano atípico devido à covid-19, o Benfica foi à Grécia disputar a a uma mão a terceira pré-eliminatória frente ao PAOK, então liderado por Abel. A derrota por 2-1 atirou logo aí o clube lisboeta para a Liga Europa.

Antes, só por duas vezes o emblema encarnado havia caído nas fases de acesso à Champions League. Aconteceu em 2003/04, frente à Lazio, e na época seguinte, ante o Anderlecht. Em ambas as ocasiões, disputava-se a terceira pré-eliminatória.

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