Roger Schmidt: “Benfica é uma aventura maior que treinar na Bundesliga”

Chegou na terça-feira a Lisboa, assinou contrato com o Benfica por duas épocas e conheceu os cantos à casa. Depois disso, Roger Schmidt falou ao jornal alemão Westfalen-Blatt os motivos que o levaram a aceitar o convite do clube da Luz.

«O Benfica é o maior clube de Portugal. Estão habituados a ganhar títulos, mas não ganharam nada nos últimos três anos. Agora estão prontos a tentar algo novo com um treinador estrangeiro. Vou tentar levar o Benfica de volta aos êxitos do passado à minha maneira», referiu o treinador alemão de 55 anos.

Garantindo estar ansioso por começar a trabalhar, Schmidt admitiu ter ficado surpreendido com o convite de Rui Costa, por isso salientou: «Quando fui contactado pelo Benfica há umas semanas, foi logo tudo muito claro: ‘Quero fazer isso’.»

Roger Schmidt começou a carreira de treinador em 2004, no Delbrucker, da Alemanha. Há 10 anos estava no Paderborn, na Bundesliga 2. Logo saltou para o Salzburg (Áustria), voltou ao seu país para orientar o Bayer Leverkusen, esteve ainda na China (Beijing Guoan) e, nos últimos dois anos, nos Países Baixos, onde dirigiu o PSV.

«Nos últimos anos houve sempre a possibilidade de voltar à Bundesliga», admitiu, assumindo, contudo, que gosta muito de trabalhar no estrangeiro. «É superexcitante conhecer os países, as ligas e a cultura de futebol. E se depois tens uma oferta para treinar um clube como o Benfica… Para mim, é uma aventura maior do que a Bundesliga.»

No PSV, Roger Schmidt esteve acompanhado pelo seu compatriota Mario Gotze, médio-ofensivo de 29 anos que tem agora sido colocado como alvo do Benfica. «Vamos ver», atirou o treinador, fazendo questão de elogiar as qualidades do antigo jogador de Borussia Dortmund e Bayern.

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