Pizzi e Gabriel cortados por Roger Schmidt para o futuro do Benfica

Pizzi, que foi um dos capitães do Benfica e partiu para a Turquia, para o Basaksehir, no passado mês de janeiro, na sequência de episódio polémico e acusado de ter sido um dos responsáveis pela saída de Jorge Jesus, não voltará a vestir a camisola do Benfica.

Pelo menos é essa a intenção da estrutura do futebol encarnado e do novo treinador – o alemão Roger Schmidt -, que não contam com o médio internacional português, de 32 anos e que ainda está ligado contratualmente às águias até 2023.

Pizzi tem um ordenado no Benfica acima do milhão de euros líquidos por ano, o que, com impostos, representa um encargo anual de mais de dois milhões de euros para o clube.

O acordo para a saída do médio, que o Benfica pretende que seja em definitivo, representará sempre um importante alívio no orçamento, além de poupar um problema a Schmidt, que pretende um plantel curto.

O caso de Pizzi encontra paralelo no de Gabriel, médio brasileiro, de 28 anos, emprestado ao Al-Gharafa (Catar) e com contrato com o Benfica até 2024. A porta de regresso à Luz também está fechada para Gabriel.

O brasileiro tem conseguido afirmar-se no Al-Gharafa – marcou sete golos e fez 10 assistências, em 31 jogos -, que o quer contratar ao Benfica, mas o ordenado de Gabriel é muito alto para o que os cataris pretendem pagar. No Benfica, ganhava mais de um milhão de euros líquidos por ano, mas foi ganhar mais para o Catar.

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