Águias estarão na sua 19ª presença dos quartos de final da maior prova de clubes do mundo

Desde 2015/2016 – há seis anos portanto – então orientado por Rui Vitória, que o Benfica não atingia os quartos de final da Liga dos Campeões. Um feito ao qual Nélson Veríssimo fica com o nome associado ao deixar o Ajax pelo caminho, juntando-se agora ao restrito lote das equipas que chegam ao sorteio que se realiza esta sexta-feira em Nyon. Sorteio esse em que, pormenor, o Benfica será o único representante de uma Liga fora das chamadas big five (Inglaterra, Espanha, Alemanha, Itália e França).

No atual modelo da Liga dos Campeões (oficialmente desde 1992/1993), o Benfica chegou ontem pela quinta vez aos quartos de final, fase que nunca ultrapassou desde então. Milan (1994/1995), Barcelona (2005/2006), Chelsea (2011/2012) e Bayern Munique (2015/2016) foram carrascos para a águia, respetivamente liderada por Artur Jorge (1994/1995), Ronald Koeman (2005/2006), Jorge Jesus (2011/2012) e Rui Vitória (2015/2016).

Juntando todo o historial da principal prova europeia de clubes, esta será a 19.ª presença do Benfica nos quartos de final da da competição. Juntando todas as competições da UEFA, o Benfica vai para a 32.ª presença em quartos de final: cinco na Taça das Taças; três na Taça UEFA; cinco na Liga Europa e 19 na Champions.

A vitória fora de casa, ontem em Amesterdão – terreno onde o Benfica apenas uma vez vencera mas perante uma equipa que nunca eliminara – foi a terceira nas cinco ocasiões em que as águias chegaram a esta fase da competição (oitavos): venceram Liverpool (2006), Zenit (2016) e ontem o Ajax. A equipa neerlandesa voltou a ficar em branco, depois de 21 jogos sempre a marcar: a última vez que não tinha festejado qualquer golo tinha sido em novembro de 2021, com o Go Ahead Eagles (0-0). Já o Benfica chegou ontem à vitória 120 na principal prova europeia em 270 jogos realizados.

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