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Primeiro treinador de Gonçalo Ramos desvenda a sua referência e recorda como tudo começou

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Nas escolinhas do Olhanense, onde o jogador esteve de 2005 a 2009, todos viam características especiais em Gonçalo Ramos, um «puto sem receio», «trabalhador» e que já sabia o que queria: ser profissional, como o pai, Manuel Ramos, extremo que se destacou no Farense e no Salgueiros. Tiago Faustino, o primeiro treinador de Ramos no clube de Olhão, recorda como tudo começou.

A diferença tornou-se visível bem cedo. Com seis anos, Gonçalo Ramos integrou uma equipa do Olhanense dois anos mais velha, que participou no Mundialito, em Vila Real de Santo António. «Tínhamos 10 miúdos para levar e havia espaço para mais dois. Levámos mais novos, se jogassem pouco não ficariam chateados e o que jogassem seria bom para eles», recorda Tiago Faustino, que atualmente, e desde 2013, é treinador no Centro de Formação e Treinos do Benfica no Algarve. Lembra ainda a casualidade do primeiro contacto de Ramos com o Benfica. «Ganhámos o prémio fair-play, que consistia numa visita ao Caixa Futebol Campus, no Seixal», situa, falando, depois, do que se via no avançado…

«Já se diferenciava dos colegas, já dava sinais…era um puto atrevido com bola, ia sempre para cima dos adversários, não era daqueles que tinha receio quando jogavam com os mais velhos.  Saber se seria craque ou não, naquelas idades, é difícil prever, mas via-se que tinha talento e o que bem trabalhado poderia ser», lembra, falando, também na ambição do miúdo. «Ele queria ser jogador profissional como o pai, sempre teve essa ambição. Era a referência dele.»

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