Gonçalo Ramos deve ser aposta mais efectiva com Nélson Veríssimo

Depois de uma estreia em que apenas teve algumas horas para preparar a partida no Dragão, ontem – após uma semana de trabalho – acabou por ser o primeiro teste à liderança de Nélson Veríssimo. Exactos três anos depois de viver experiência idêntica, ainda que no papel de adjunto. A 6 de janeiro de 2019, Bruno Lage estreava-se no papel de treinador da águia, no Estádio da Luz, em substituição de Rui Vitória, e Veríssimo era o seu braço direito.

Rezam as crónicas que em plena preparação para esse jogo com o Rio Ave, Lage, quando conduzia a caminho de casa, decidiu apostar num miúdo para fazer abanar a equipa. O miúdo era João Félix, até aí pouco utilizado, e nessa partida fez dois golos jogando nas costas de Seferovic, suíço que apontou outros dois.

Não se sabe se Nélson Veríssimo teve pensamento semelhante quando ia a caminho de casa, mas um pouco à imagem de Bruno Lage também ele pediu a um miúdo da cantera que fazer aquilo que Félix conseguiu fazer, colocando Gonçalo Ramos a pisar os terrenos que o agora jogador do Atlético Madrid pisava, jogando em modelo idêntico àquele que levou o Benfica ao último título de campeão.

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