Rui Costa abordou a formação do seu tempo e destaca o que mudou para melhor

O presidente do Benfica, Rui Costa, abordou o seu começo nos encarnados e revelou o que aconteceu até ficar no plantel das águias.

«Levei como missão regressar ao Benfica. Naquela altura ao ser emprestado ao Fafe não era muito normal o jogador voltar depois para jogar no Benfica. A época foi muito boa no Fafe e depois o Mundial de sub-20 acabou como foi conhecido. Fiz parte da pré-temporada sem saber se ficava. Ninguém me disse nada e fui-me fazendo de morto até ficar no plantel. Depois joguei na equipa principal e concretizei o sonho», disse o dirigente, em declarações à Benfica TV.

Sobre a estreia pelo Benfica frente ao Estoril: «Naquele momento tens a ansiedade para a estreia, para jogares, mas, ao mesmo tempo, assim que é feito o sinal para entrar e neste caso eu, a ansiedade aumentou drasticamente para mim foi a estreia pelo Benfica em provas profissionais.»

O presidente do Benfica, Rui Costa, não esqueceu o contributo de Luís Filipe Vieira no 15.º aniversário do Benfica Campus.

«Voltei para jogar quando foi inaugurado o Benfica Campus e foi uma mudança extraordinária. Os meus colegas ficaram espantados com o que encontraram e perguntaram como o Benfica tinha crescido. Ao longo dos 15 anos tem que continuar a evoluir e a inovar. Mérito a Luís Filipe Vieira pela sua criação e por ter continuado a crescer. As condições que a equipa profissional tem para trabalhar são únicas e ao nível das melhores do mundo. Melhor prova disso são os jogadores que saem daqui e o que dizem para os sítios onde vão trabalhar. Em termos de condições de trabalho nunca conseguem encontrar parecidas. Aqui tem as melhores condições que podem encontrar», disse o presidente encarnado, em declarações à Benfica TV

Rui Costa reconheceu que um dos benefícios do Benfica Campus, que festeja hoje 15 anos, é para os jovens jogadores da equipa B.

«A equipa B é a vantagem mais visível do Benfica Campus. Permite que o jogador continue a ser trabalhado internamente e continue a evoluir. Fica mais rapidamente preparado para a primeira equipa. Aquilo que se tem de transmitir é que os jovens jogadores têm a porta aberta para a equipa A, mas não podemos fazer com isso que seja obrigatório e que cada 25 miúdos passem para a equipa principal. Mesmo os que têm mais qualidade têm de ter tempo e espaço para jogarem na equipa A. Agora, acho que passou a ser mais fácil chegar à equipa principal do que no meu tempo», realçou o máximo dirigente encarnado, em declarações à Benfica TV.

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