Em boa hora Jorge Jesus recuperou o melhor de Vlachodimos

Odysseas Vlachodimos emergiu como figura principal do Benfica no jogo de Kiev, de total domínio encarnado, ainda que pouco materializado em oportunidades e ainda menos em golos,  mas com ponta final imprópria para cardíacos e que por pouco não custou derrota às águias.

A equipa ucraniana andou a cheirar o golo no período de descontos e fez sobressair a qualidade de Vlachodimos, que evitou balde de água gelada a remates de Buyalskiy e Garmash e, quiçá protegido pela sorte dos deuses gregos, viu a bola bater duas vezes nos ferros no mesmo lance (remate de Shaparenko e alívio de Otamendi que quase deu autogolo) antes de o VAR anular golo a Shaparenko e o consequente triunfo dos ucranianos.

Motivos suficientes para ser eleito o melhor em campo pela principal imprensa desportiva pela terceira vez esta época. E sempre em jogos europeus. Foi assim com o PSV, na Luz (nota 8, de 0 a 10), depois em Eindhoven (nota 8) e agora em Kiev (7). 

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