Braço de ferro entre SAD do Benfica e Luís Filipe Vieira

O braço de ferro entre o ex-presidente Luís Filipe Vieira e a atual Direção, liderada por Rui Costa, é desde ontem oficial, uma vez que expirou o prazo para as águias exercerem o direito de preferência sobre a compra das ações de Luís Filipe Vieira, mas o clube recusou-se (e vai continuar a recusar-se) a dar uma resposta pelo facto de Vieira também não ter respondido à carta que lhe foi enviada com um pedido de esclarecimentos, além de um pedido de adiamento do deadline para depois das eleições.

Vamos por partes. A Benfica SAD revelou a 7 de setembro, em comunicado enviado à CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários), que o antigo presidente do clube da Luz informou o clube que teria recebido uma oferta pelas ações de que é proprietário (3,28% do capital social da SAD) ao valor de 7,80 euros por cada um dos 753.615 títulos, correspondendo a um valor global de quase 5,9 milhões de euros (5.878.197 euros). Nessa mesma carta, sem mais pormenores sobre a oferta (desde logo sem o potencial adquirente), o ex-presidente dava até ao final do dia de ontem para que o Benfica desse uma resposta relativamente ao direito de preferência sobre a compra dessas ações.

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