Jorge Jesus: “Conhecemos o PSV ofensivamente e defensivamente”

Jorge Jesus e André Almeida fizeram a antevisão ao jogo entre Benfica e PSV, referente à 1.ª mão do play-off da Liga dos Campeões, uma partida agendada para as 20h00 de quarta-feira, dia 18 de agosto, no Estádio da Luz.

O técnico português não tem dúvidas que o PSV Eindhoven é uma que equipa que tal como o Benfica já deveria estar na fase de grupos da Liga dos Campeões, pelo que espera um teste muito complicado, na quarta-feira, às 20 horas, no Estádio da Luz, em jogo da primeira mão do play off da Champions.

«São duas equipas que começaram muito bem e que já deveriam estar na fase de grupos da Liga dos Campeões, mas teve que ser. Temos de os defrontar e alguém vai ficar de fora. É um adversário com muita qualidade e que vai criar muitos problemas, mas também sabemos o nosso valor. Estamos a criar uma equipa sólida. O PSV tem jogador muito forte e talentosos no ataque. Conhecemos ofensivamente e defensivamente. Espero um PSV super ofensivo», realçou Jorge Jesus.

Jorge Jesus reconheceu que o facto de os golos fora deixarem de valer mais tem impacto nas eliminatórias e agora o objetivo passa por vencer as duas mãos frente ao PSV.

«Tem alguma influência os golos fora não valerem. No segundo jogo se houver prolongamento tem a vantagem de jogar em casa. Deixou de existir a vantagem de marcar fora. Temos de montar a equipa para vencer tanto fora como em casa», realçou o treinador, em declarações à Benfica TV.

Jorge Jesus assumiu que o regresso de André Almeida, após prolongada ausência por lesão, é um reforço muito importante para o Benfica.

«André Almeida não joga só na direita. Pode também atuar na esquerda, a médio defensivo e a defesa-central. Nos meus seis anos fez várias vezes essas posições. É um jogador muito importante para a estratégia da equipa. Onde o coloque joga sempre bem. Está a procurar o seu espaço, porque esteve 10 meses fora e perdeu competitividade e confiança, mas vai jogando 30 minutos, depois 45, 60, 80 e 90 minutos. É assim que vamos trabalhar com ele. É um jogador muito importante», realçou o técnico, em conferência de imprensa.

O treinador das águias revelou que ainda não decidiu se vai apostar em Yaremchuk e Gonçalo Ramos, na quarta-feira, frente ao PSV, em jogo do play off da Champions,.

«Yaremchuk e Gonçalos Ramos podem jogar os dois, porque complementam o trabalho um do outro, mas ainda não decidi se vou apostar num sistema com dois avançados ou apenas um. Eles têm características diferentes. Gonçalo Ramos pode jogar como número nove e esse será o seu futuro, mas na formação jogou como segundo avançado. Tem mais mobilidade do que Yaremchuk, que joga na área, é um goleador e tem mais experiências. Nós procurávamos um jogador com características diferenciadas dos restantes avançado», explicou o técnico do Benfica, em conferência de imprensa.

Jorge Jesus assumiu que está satisfeito com o plantel que tem, mas que até o mercado fechar tudo pode acontecer.

«Não podemos fugir a esta pergunta até ao fecho da janela de transferências. Temos de saber viver com esta indefinição. Estou muito satisfeito com o grupo que tenho, mas não sei o que pode acontecer. Podes pensar que tens o grupo todo e depois uma lesão faz com que tenhas de ir ao mercado. Também pode aparecer uma proposta maluca e temos de viver com isso», reconheceu o técnico da equipa da Luz, em conferência de imprensa.

Felix Brych foi o árbitro escolhido para a partida, de quarta-feira, frente ao PSV, para o play off da Champions. Jorge Jesus não está preocupado que esse árbitro tenha apitado a final da Liga Europa que os encarnados perderam para o Sevilha.

«Esse árbitro esteve na final da Liga Europa frente ao Sevilha e não tenho a certeza, mas acho que arbitrou outro jogo do Benfica. Tem qualidade e isso é que conta para nós. Não é por aí que vamos ter problema», disse o treinador, em conferência de imprensa.

O duelo, de quarta-feira, entre o Benfica e o PSV Eindhoven, para o play off da Champions, será também um embate entre um treinador português (Jorge Jesus) e um alemão (Roger Schmidt).

«O gozo especial é sempre a nossa valorização como treinadores e a valorização da qualidade da equipa onde trabalhamos. Não distingo os treinadores alemães assim tão fortes. Distingo outros treinadores, os argentinos e os portugueses, que são muito mais criativos. Está muito relacionado com a equipa em que trabalhas», defendeu o técnico, em conferência de imprensa.

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