Imprensa espanhola acredita que “aproximam-se tempos de vacas magras na Luz”

A detenção de Luís Filipe Vieira foi motivo para que o jornal espanhol AS dedicasse atenção à conturbada temporada vivida pelo Benfica, tanto dentro como fora do campo.

«Avizinha-se uma larga travessia no deserto para o Benfica se as coisas não mudarem rapidamente este verão. O clube mais titulado de Portugal enfrenta uma crise desportiva e institucional que não augura nada bom para o futuro próximo. A péssima temporada no campeonato, em que nem sequer foram atingidos os lugares de apuramento direto para a Liga dos Campeões, já deixava antever que o Benfica não passa o melhor momento. De tal forma que, pela primeira vez em muitos anos, não se prevê qualquer venda milionária na Luz.

– A nível institucional, as coisas estão ainda piores. Luís Filipe Vieira, presidente do clube, foi preso por fraude fiscal e branqueamento de capital e Rui Costa, lenda do Benfica, substituiu-o de forma provisória», pode ler-se no artigo.

«Com as ações na Bolsa em queda, vender jogadores torna-se indispensável para salvar as finanças do Benfica, mas o problema é que há pouco sumo para tirar. Com o clube acostumado a vender por muitos milhões (João Félix, Renato Sanches, Rúben Dias, Nélson Semedo, Ederson…), o panorama não parece ser o melhor agora. Só Everton e Rafa têm algum cartel no mercado europeu mas nenhum deles valerá mais do que 25 milhões de euros. Aproximam-se tempos de vacas magras na Luz.»

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.