Direção do Benfica deve marcar eleições antecipadas depois de garantir Champions

A Direção do Benfica  vai renunciar ao mandato quando entender que há condições para a realização de eleições antecipadas.

A prioridade, neste momento, é garantir a estabilidade na preparação da nova temporada da equipa de futebol profissional, o reforço do plantel e das restantes modalidades, fechar o empréstimo obrigacionista e tranquilizar patrocinadores importantes como Emirates e Adidas. Estes serão, aliás, os assuntos que serão debatidos no Plenário ordinário dos Órgãos Sociais, que se realiza, hoje à tarde, no Estádio da Luz.

A Direção do Benfica sente-se confortável com a legitimidade de Rui Costa no exercício das novas funções. Vieira, em reunião de Direção de 9 de novembro de 2020, indicou Rui Costa como sucessor em caso de ausência ou incapacidade para exercer as obrigações como presidente. A interpretação da Direção é que está a ser respeitada a alínea a) do ponto 3 do artigo 61.º dos estatutos do Benfica, segundo a qual o presidente «deve designar o vice-presidente que o substitua nas suas ausências e impedimentos».

Rui Costa sente-se, como tal, legitimado e tem o apoio de toda a Direção. Por diversos motivos – estratégia de defesa do Benfica, ressentimento ou convicção – haverá um afastamento de Vieira e não haverá regresso ao passado. Não passa pela cabeça de alguém, no entanto, levar o mandato até ao fim. 

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