Movimento Servir o Benfica ameaça com recurso aos tribunais

Expectante em relação ao agendamento da assembleia geral extraordinária (AGE), que o anterior presidente da Mesa da Assembleia Geral, Rui Pereira, havia apontado para 3 de julho, o movimento Servir o Benfica enviou na segunda-feira uma carta ao líder do Conselho Fiscal, Fonseca Santos, no sentido de ver esclarecida a situação.

Questionando o facto de a AGE não ter sido ainda marcada e frisando que o prazo estatutário para o referido dia 3 já foi “ultrapassado”, este grupo de sócios pede ao presidente do Conselho Fiscal para exercer esse dever e agendar a reunião magna.

Caso não obtenha resposta, o movimento admite outro tipo de ações, nomeadamente avançar para os tribunais no sentido de ver garantido aquilo que considera ser um direito seu e um dever por parte do clube.

Na carta, o movimento sublinha que “perante a inércia da MAG em fazer cumprir” os estatutos do Benfica, “caberá ao Conselho Fiscal instar a MAG a convocar, com a maior brevidade possível, a aludida reunião extraordinária da Assembleia Geral”.

O Servir o Benfica acrescenta ainda que “caso a MAG persista em ignorar as atribuições que lhe competem nesta matéria, deverá o Conselho Fiscal tomar a iniciativa de fazê-lo”. Dando um prazo de cinco dias a Fonseca Santos, a quem aponta como “o último guardião institucional do cumprimento das normas estatutárias” do clube, o grupo de associados sublinha que, caso não obtenha resposta ou veja marcada a AGE, terá de “concluir que a convocação da referida reunião através dos meios internos e institucionais do Benfica se tornou definitivamente inviável”.

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