“Sabemos o que temos de fazer dentro de campo, não são os jornais que jogam”

A dois dias do jogo em Sevilha com a Bélgica, foi Renato Sanches a falar sobre o estado de ânimo da seleção, referindo que a equipa recuperou bem do desaire com a Alemanha.

Tem muita intensidade, foi os músculos da equipa com a França:

«Acho que ajudei a equipa a ter intensidade, a equipa toda diferente do último jogo (com a Alemanha) globalmente todos tivemos mais energia e demos muito mais do que no último jogo.»

É para ficar no onze:

«Tenho feito o meu trabalho, dado o meu melhor sempre que jogo, tive oportunidade de jogar a titular contra a França e acho que fiz bom jogo, mas temos um grupo de 26 jogadores com muita qualidade , o Palhinha também entrou e jogou bem, temos um grupo com muita qualidade e preparado para dar uma boa resposta quando o mister pede para jogar.»

Sobre a Bélgica: «Claro que já falámos, ainda hoje tivemos uma reunião, o mister está a montar a estratégia todos estamos focados.»

A capacidade física de Renato Sanches, a sua frescura, tem sido muito elogiada e ter-lhe-á valido a titularidade frente à França, depois de ter entrado na segunda parte nos encontros frente a Hungria e Alemanha.

Fernando Santos disse de si que num duelo que só os outros caíam: «Sou jogador possante e utilizo o meu corpo para jogar, é uma das minhas armas, sinto-me bem assim. Outros têm outras qualidades. Em certos momentos tenho de saber usá-lo, aguentar e ter a bola – se isso é uma qualidade tenho de a aproveitar, embora nem sempre seja necessário.»  

Elogios são bons? «Umas vezes estamos bem, outras mal, não quero ligar a isso, não é o que me vai fazer melhor jogador. Sabemos o que temos de fazer dentro de campo, não são os jornais que jogam, somos nós, e é o mister que decide, não nos podemos  levar pela emoção ou pelos media ou redes sociais. Podemos estar hoje bem, amanhã não sabemos o que poe acontecer. Sempre sonhamos ter estes momentos para jogar, temos de aproveitar com intenções de ganhar.»

Regresso à Cidade do Futebol se ganharem à Bélgica, podem perder o foco?

«Acho que vamos estar em casa nenhum grupo ou jogador vai sentir mais relaxado, vai estar mais confiante, mais cómodo, o apoio será mais intenso, mas aqui um Budapeste ou em Portugal estamos focados nos nossos objetivos.»  

Balanço dos três jogos: «Foram jogos diferentes, mas estar aqui ou em Portugal não pode mexer connosco emocionalmente. Sabemos o que temos de fazer, dar o nosso melhor.»

Diferenças para grupo de 2016 e quem marca na final? «O grupo de 2016 tinha muita qualidade também, com jogadores diferentes. Este ano temos jogadores que jogam em grandes equipas, ganharam as suas ligas e temos qualidade como em 2016. Este ano espero jogar à final e ganhar, aí decido a quem aponto o dedo (risos).

Diferenças entre grupo de Portugal e grupo da Bélgica, mais fraco: «Claro que o nosso grupo era muito forte, da morte, mas no Euro todas as equipas dão tudo. O que importa nem é tanto a qualidade, mas sim a atitude e a vontade que outras equipas de patamar inferior vão demonstrar dentro de campo. Todos os jogos têm sido competitivos.»

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