Benfica perde no Dragão Caixa e falha final do Campeonato Nacional de hóquei em patins

Com a eliminatória empatada (2-2), quem vencesse o jogo 5 das meias-finais do play-off garantia um lugar na final do Campeonato Nacional de hóquei em patins. Nesta tarde de quinta-feira, o Benfica tropeçou na ineficácia e perdeu por 4-0 frente ao FC Porto no Dragão Arena.

Ataques prolongados, equipas pacientes na estruturação das ofensivas e na definição dos melhores momentos para visar as balizas. Estes foram os traços principais da etapa inicial do clássico, onde o Benfica foi o conjunto a dispor da primeira oportunidade flagrante para marcar. Ao minuto 7, Diogo Rafael sofreu uma falta de Xavi Barroso (cartão azul), as águias beneficiaram de um livre direto, mas, na conversão, a tentativa de golo de Lucas Ordoñez esbarrou na intervenção do guarda-redes Xavi Malián.

O 12.º minuto do encontro trouxe nova excelente oportunidade para o Benfica se adiantar no marcador, mas as duas stickadas de Valter Neves, em posição frontal, foram sustidas por Xavi Malián.

Com as forças niveladas no rinque, a equipa da casa tirou proveito de um ataque rápido aos 22′, cabendo a Di Benedetto, sobre o eixo do ataque, o remate que ditou o 1-0. No mesmo minuto, uma falta assinalada a Diogo Rafael (cartão azul) levou o portista Gonçalo Alves para a execução de um livre direto. Na baliza encarnada, Pedro Henriques foi superior e parou a bola stickada pelo internacional português.

Quando o Benfica ainda estava em inferioridade numérica (“under play”), os azuis e brancos anotaram o 2-0 por Rafa Costa, na conclusão de uma troca de bola rápida (24′). Respondendo de imediato, a equipa benfiquista acertou nos ferros da baliza portista a 20 segundos do termo da primeira parte, por intermédio de Valter Neves. Ao intervalo: 2-0.

Tendo de batalhar pela marcação de golos que lhe possibilitassem alcançar o único resultado que lhe interessava, o Benfica aumentou a velocidade dos ataques no arranque do segundo tempo. Nesta fase, que se adivinhava crítica, Pedro Henriques, na baliza, passou segurança e confiança à equipa, detendo livres diretos de Gonçalo Alves (28′) e Di Benedetto (34′), este último devido à 10.ª falta dos encarnados.

Entre as duas valiosas defesas de Pedro Henriques, o Benfica podia ter encurtado a diferença no marcador, mas Lucas Ordoñez não conseguiu bater Xavi Mallián na execução de novo livre direto (10.ª falta dos portistas) ao minuto 29.

O cenário complicou-se para os comandados de Alejandro Domínguez aos 36′. Numa saída para o ataque, o passe de Diogo Rafael foi impreciso, Gonçalo Alves recuperou a posse, trabalhou o lance em frente à baliza benfiquista e assinou o 3-0.

A eficácia foi fator de separação, determinante neste duelo decisivo, confirmado pelo 4-0 de Di Benedetto aos 37′, o lance que “terminou” o clássico. O Benfica teve várias chances para faturar, mas não as capitalizou, e depois viu desfazer-se a hipótese de apuramento para a final do play-off.

FC Porto-Benfica
4-0
Dragão Arena
Cinco inicial do Benfica
Pedro Henriques, Valter Neves, Diogo Rafael, Lucas Ordoñez e Gonçalo Pinto
Suplentes
Marco Barros, Carlos Nicolía, Edu Lamas, Sergi Aragonès e Miguel Vieira
Ao intervalo0-0

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