Vice-Presidente Rui Passo abordou naming do estádio e desejo de regresso do público

A rubrica Pontos nos “is”, da BTV, teve nesta sexta-feira a participação do vice-presidente Rui Passo, que abordou assuntos como o naming do Estádio da Luz e do Benfica Campus, o regresso dos adeptos aos recintos desportivos e os mais recentes resultados da equipa feminina de futebol (ganhou a Taça da Liga 2020/21) e da formação de voleibol (está a uma vitória da final do Campeonato). Este espaço, onde se reflete, analisa e comenta os temas da atualidade, conta semanalmente com a presença de um elemento da direção do Sport Lisboa e Benfica em regime de rotatividade.

Rui Passo, vice-presidente suplente do Benfica, abordou a possibilidade de o público regressar ao Estádio da Luz ainda esta temporada. O programa de desconfinamento do Governo prevê que grandes eventos exteriores possam ter lotação, ainda que reduzida, a partir de 3 de maio mas o jornal Expresso adiantou na sua edição semanal que o regresso dos adeptos aos estádios não deverá acontecer nesta época.

«Na Direção queremos ser essencialmente responsáveis. Responsabilidade corporativa, responsabilidade face a um tema muito complicado. Considero que quando o responsável pela task force da vacinação anda camuflado e refere que estamos numa guerra, efetivamente estamos numa guerra, numa guerra mundial, não nos estamos a confrontar uns com os outros, mas todos contra um inimigo comum. Temos de ser responsáveis para ir de encontro às melhores práticas e políticas de saúde pública para enfrentar este problema.

No Benfica não podemos reivindicar público quando há umas semanas estávamos na situação em que estávamos. Mas devemos esperar uma certa proporcionalidade na forma como enfrentamos a pandemia.

Não faz sentido se estivermos com números significativamente baixos e numa tendência descendente ou de estabilidade de casos de contaminação e mortos por Covid, não faz sentido que no futebol estejamos confinados. Ao contrário também será absurdo numa fase de confinamento estarmos a pedir público nos estádios.

Estou convencido de que o bom senso vai prevalecer e vamos ter público se efetivamente se confirmarem as notícias de tendência decrescente e com poucos casos de morte e contaminação para podermos ter público nos estádios.

Sou otimista e acredito que isso vai acontecer. Até porque o aspeto económico é importante e de certa forma pode ajudar os clubes a conseguir alguma receita. Sabemos que não vai ser possível voltar ao normal e ter o estádio com 65 mil adeptos, mas algum público vai com certeza ajudar. Há muitos bons exemplos no futebol, não vejo razão para que em meados de abril, havendo condições, não tenhamos públicos nos estádios», disse o dirigente à BTV.

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