Miguel e a época do Benfica: “Houve alturas em que não se notava a mão do treinador”

Afastado dos relvados, mas não do futebol, dado que colabora em Portugal com a empresa de agenciamento de jogadores Royal 45, o antigo lateral direito Miguel observa e manda observar jovens talentos, mas não despreza os profissionais, sobretudo os do Benfica, clube do coração, pelo qual realizou 161 jogos e apontou 13 golos.

E ainda não perdeu a fé: «Não é o Benfica de que estávamos à espera, as pessoas tinham expectativas muito altas com a chegada de Jesus e na realidade de bom só houve aquele início de época. Início de época, entre aspas, porque os problemas começaram logo no primeiro jogo contra o PAOK (1-2), mas depois vieram as vitórias, sobretudo os resultados. Houve alturas em que não se notava a mão do treinador e via-se uma equipa um pouco perdida. Parece que os resultados estão a ajudar agora, há algum otimismo, eu sou daqueles que preferem apoiar em vez de criticar. Prefiro acreditar que o Benfica vai chegar à Liga dos Campeões e que para o ano fará uma época à sua altura.»

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