«Everton era o melhor avançado, o melhor extremo-esquerdo do Brasil na altura»

24 de outubro de 2019. Depois do empate a um golo em Porto Alegre, o Flamengo humilha o Grémio (5-0) e carimba o passaporte para a final da Libertadores. Jogo que centrava atenções no duelo entre Everton Cebolinha e Rafinha, uma batalha ganha pelo lateral da equipa então orientada por Jorge Jesus.

«Everton era o melhor avançado, o melhor extremo-esquerdo do Brasil na altura», começa por recorda Rafinha, que cumpria a primeira época no Flamengo depois de vários anos no Bayern. «Treinei oito anos, todos os dias, com Robben e Ribéry. Disse ao Cebolinha: ‘És um grande jogador, mas estou vacinado.’»

«O Everton estava num grande nível, era o melhor jogador do Brasil. Eu pensei: “O quê? Vou dar-lhe força?” Claro que não. Agora que ele está no Benfica posso falar. Ele estava voando e eu pensei: “é agora que vou tratar dele”», acrescenta em entrevista no Youtube ao canal Diz aí, Beça!.

Além da marcação cerrada ao agora extremo do Benfica, foi igualmente decisiva a estratégia desenhada por Jorge Jesus: «Sabíamos das nossas limitações, os nossos pontos fracos. Jorge Jesus, veterano, sabia tudo de bola. Ele disse: “é por aqui que vamos atacar, é por ali que vamos defender”. Deu tudo certo, o Grémio nem pegou na bola. Tiveram uma oportunidade no jogo todo. Amassámos o Grémio, 5-0. Aquele jogo foi a consagração daquela equipa do Flamengo.»

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