Chegar, ver e capitanear uma equipa com défice de liderança

Desconfiança ultrapassada. Nicolás Otamendi, defesa-central argentino, festejou ontem o 33.º aniversário numa altura em que voltou a encontrar razões para sorrir.

Depois de praticamente uma época inteira, no Man. City, em que foi pouco utilizado por Pep Guardiola e após enfrentar as críticas dos adeptos encarnados na fase inicial de águia ao peito, o internacional argentino encontrou o ritmo certo, tem sido titular indiscutível nas opções de Jorge Jesus e assumido também papel relevante como um dos líderes do balneário. Somando a tudo isto exibições sólidas que lhe têm valido elogios da crítica e o perdão dos adeptos.

A chegada de Otamendi não ficou isenta de polémica no universo encarnado. Contratado para colmatar a vaga de Rúben Dias, que fez precisamente o caminho inverso rumo ao Man. City, os adeptos encarnados nunca esqueceram as épocas do argentino ao serviço do rival FC Porto e a má forma física com que se apresentou, aliada a vários deslizes que valeram golos sofridos, aumentaram a contestação em redor dele… acrescida ainda com o facto de Jesus ter decidido entregar-lhe braçadeira, promovendo-o a um dos capitães da equipa.

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