Ederson: “Especial seria defrontar o Benfica, o clube que me formou”

Ederson Moraes, guarda-redes do Manchester City, diz ter ficado «muito preocupado» com o violento choque de cabeça entre David Luiz e Raúl Jiménez que obrigou o avançado mexicano, com quem jogou no Benfica, a ser transportado ao hospital onde viria a ser operado a uma fratura no crânio.

«Fiquei muito preocupado, estava a assistir ao jogo. Joguei com o Raúl Jiménez no Benfica. Foi um choque casual, cabeça com cabeça, são lances muito difíceis. Todo o cuidado nestes momentos é importante, a face é uma região muito frágil e requer muita atenção», começou por comentar o brasileiro, na antevisão ao jogo da Liga dos Campeões com o FC Porto.

«Defendo que quando há uma pancada forte na cabeça o jogador deve ser substituído, esteja ele bem ou não. Pode sentir-se bem com o corpo quente mas depois podem vir as consequências», alertou.

«É algo que não podemos mudar, são lances casuais que acontecem durante os jogos. Espero que ele possa recuperar e estar bem o mais rápido possível», desejou Ederson.

Ederson Moraes, guarda-redes do Manchester City, encara com absoluta normalidade o jogo com o FC Porto no Estádio do Dragão. Bem diferente seria se o cenário fosse o Estádio da Luz e o adversário o Benfica.

«Não vai ser especial, vai ser um jogo normal, contra mais um adversário. Especial seria defrontar o Benfica, o clube que me formou», sublinhou o guardião brasileiro, 27 anos, em conferência de imprensa.

«Vai ser um jogo muito difícil, sei como é jogar no Estádio do Dragão. Conheço a equipa do FC Porto, sei como eles jogam. Sem os adeptos é um pouco mais difícil para todas as equipas», assinalou.

Ederson não esquece os três clubes que representou em Portugal.

«Estou muito grato ao Rio Ave e ao Benfica, também ao Ribeirão, clubes que me acolheram bem e me projetaram para o futebol e onde cresci profissionalmente e como pessoa. Tive muitas lições e fiz muitos amigos, amizades que mantenho até hoje», referiu, concluindo: «Acompanho o futebol português, continuo a torcer pelo Benfica e pelo Rio Ave e espero que possam fazer um grande campeonato.»

Ederson Moraes protagonizou momento de boa-disposição na conferência de Imprensa de antevisão ao jogo da Liga dos Campeões com o FC Porto.

Conhecido e reconhecido pelos atributos enquanto guarda-redes, destaca-se o internacional brasileiro do Manchester City também pelo bom jogo de pés.

Se ao serviço do Ribeirão (2011/2012), quando dava ainda os primeiros passos no futebol europeu em Portugal, aceitava de bom grado bater livres diretos, hoje prefere não arriscar tanto. Mas confessa que não se importaria de cobrar os castigos máximos. De resto, garante que não há no plantel dos citizens quem o faça melhor.

«Faltas não treino, é muito difícil, treino mais penáltis. Batia algumas faltas no Ribeirão, o treinador mandava-me, mas essa época já passou. Temos bons batedores [de livres] na equipa. Sou o melhor a bater penáltis mas ele [Guardiola] não me escolhe para bater (risos). O mais importante é a equipa estar bem, marcar golos e vencer os jogos», salientou Ederson.

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