Bruno Costa Carvalho em campanha apesar na nega da AG

Até dia 20 de outubro os candidatos às eleições do Benfica terão de apresentar formalmente as suas candidaturas para serem avaliadas pela Assembleia Geral (AG) do clube e Bruno Costa Carvalho deve mesmo ir para a frente com a sua, apesar de ter recebido resposta negativa ao parecer requerido. O candidato, derrotado por Luís Filipe Vieira em 2009, foi prejudicado pela alteração dos estatutos de 2010, que consagra um mínimo de 25 anos de filiação para ser presidente do Benfica.

Bruno Costa Carvalho defende desde o dia em que se candidatou às eleições de 30 de outubro que o facto de já ter ido a sufrágio lhe dá o direito de concorrer novamente, mas essa teoria, sabe o nosso jornal, não foi bem aceite pela Assembleia Geral do Benfica, presidida por Duque Vieira, que se refugia no que está escrito nos estatutos do clube. 

Esses mesmos estatutos foram postos em causa, mas a AG benfiquista garantiu que têm o reconhecimento da Procuradoria-Geral da República.

Bruno Costa Carvalho prosseguiu a campanha mesmo depois do parecer negativo, pelo que deve manter-se na corrida, mesmo com o risco de ver a sua candidatura chumbada uma segunda vez, no momento em que for formalmente apresentada. Uma solução para manter o processo de pé poderia passar pela troca do cabeça de lista da candidatura, propondo para a presidência alguém que esteja dentro das condições estatutárias que o Benfica exige.

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