Movimento Servir o Benfica volta a criticar processo eleitoral

O movimento Servir o Benfica, que terá Francisco Benítez como candidato nas eleições de outubro, veio a público apontar o dedo ao atual presidente da Mesa da Assembleia Geral do clube, Virgílio Duque Vieira, sobre o processo eleitoral.

O movimento enviou uma carta a  Duque Vieira a manifestar a sua preocupação em torno do voto eletrónico, mas a resposta foi contundente: o assunto está encerrado.

Perante isto, além de vincar as questões em torno do processo eleitoral, o movimento lançou agora apelo: «Presidente da mesa da Assembleia Geral, em substituição, Virgílio Duque Vieira, seja digno da História do clube honrando a sua tradição democrática e o cargo que ocupa.»

Eis o comunicado do Movimento:

«Foi hoje recebida pelo Movimento, a resposta do Presidente da mesa da Assembleia Geral, em substituição, Virgílio Duque Vieira à nossa carta entregue nos serviços do Sport Lisboa e Benfica no dia 16 de Setembro.

Considera o Presidente da mesa da Assembleia Geral que o assunto está encerrado pelos esclarecimentos que prestou, e que foram públicos, no dia 04 de Setembro de 2020.

Entende o Movimento que os respectivos esclarecimentos continuam a não salvaguardar a integridade do processo eleitoral de Outubro, e reitera que esperamos que o bom senso impere e que possamos fazer do acto eleitoral de Outubro o mais participado da nossa História, promovendo uma eleição sem mácula para o vencedor do acto eleitoral.

Para isso manifestamos, mais uma vez, a nossa posição:

– O voto terá de ser exclusivamente físico, depositado em urna, nas instalações do Sport Lisboa e Benfica e em todas as restantes mesas de votos espalhadas pelo país. Só desta forma será possível garantir que terceiros não interferem no acto eleitoral ou têm acesso à decisão do eleitor. Todos temos ainda bem presentes a devassa que foram alvo os sistemas de informação do clube e não queremos que ninguém seja prejudicado pelo eventual conhecimento da sua opção de voto;

– Garantir uma mesa eleitoral por distrito, promovendo desta forma a participação de todos os associados do clube espalhados por Portugal continental;

– Garantir que a Assembleia Geral eleitoral possa decorrer num dia não útil, potenciando a participação associativa de todos os associados;

– Garantir o acesso aos cadernos eleitorais por todas as listas concorrentes;

– Garantir a presença de um membro da cada lista em cada mesa eleitoral;

– Manter o processo de voto electrónico, utilizado nos actos eleitorais anteriores, para os não residentes em Portugal continental.

Garantir a transparência e integridade da Assembleia Geral Eleitoral é uma competência da Mesa da AG mas é uma obrigação para com a história democrática do Sport Lisboa e Benfica. Criar as condições para a maior participação eleitoral é ir ao encontro da grandeza incomparável do Sport Lisboa e Benfica. Ser imparcial para todas as candidaturas é ser e servir o Sport Lisboa e Benfica.

Presidente da mesa da Assembleia Geral, em substituição, Virgílio Duque Vieira, seja digno da História do clube honrando a sua tradição democrática e o cargo que ocupa.»

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