Jorge Jesus abriu o coração em entrevista à TVI

Jorge Jesus admite que não se sente com 66 anos. E explica porquê. «Quando tens amor e paixão pelo que fazes, não sentes a tua idade. Tenho tanta vontade de vencer hoje como quando comecei a carreira. Adoro o que faço e quando adoras o que fazes, o prazer é sempre maior do que qualquer problema que te possa desmotivar», disse Jesus em entrevista a Cristina Ferreira, na TVI.

Jorge Jesus aponta dois motivos para a saída do Flamengo e o regresso ao Benfica.

«Primeiro motivo, a pandemia; segundo, o projeto que o presidente do Benfica me apresentou. Trabalhei seis anos com ele, é o presidente que melhor me conhece e o presidente que melhor conheço. Apresentou-me projeto vencedor, de dimensão elevada. Achava que ficaria mais um ano no Brasil e só ele é que podia convencer-me».

Jorge Jesus voltou a sublinhar a diferença que encontrou agora no Benfica, cinco anos depois de ter saído para o Sporting…
«Duvido que alguma equipa do mundo tenha a qualidade de trabalho e as condições de exceção que temos no Seixal e na Luz. Duvido», atirou, antes de recordar a mudança para Alvalade e o que o surpreendeu nessa altura.

«Só quando mudei do Benfica para o Sporting é que tive noção de como isso mexia com os sentimentos das pessoas. Para mim, é só o momento de mudar… Não pensava no resto. Mas tive noção do peso que teve», disse.

Na entrevista que concedeu à TVI, Jorge Jesus falou sobre a relação que tem com os jogadores. E sobre o orgulho que sente quando os ouve, passados anos, a falar dele como alguém especial na carreira…

«Não sou um treinador muito paizão. Eu sou um treinador. Tenho uma forma de trabalhar muito exigente. E uma forma de comunicar que eles entendem perfeitamente. Quando estou a exigir, eles sabem que é para o bem deles. O meu maior orgulho é ouvir jogadores dizerem que sou diferente, que cresceram comigo, que aprenderam comigo. Isso é o que me preenche», expressou.

Aos 66 anos, continuam a ser algumas as metas que Jorge Jesus quer alcançar. Ambicioso, espera que o projeto atual do Benfica lhe permita «chegar a finais europeias, que honrem a história do clube».
 

Tudo para que possa chegar aos títulos que lhe faltam e que ainda almeja. «Falta-me ganhar uma Champions, falta-me ser campeão do Mundo. Com o Flamengo foi por pouco, perdemos a final com o Liverpool. Nunca mais esquecerei o Brasil. E não posso dizer, hoje, que vou acabar a carreira em Portugal. Se ainda vou para o estrangeiro outra vez? É a minha vida, a minha carreira, nunca se sabe», disse em entrevista à TVI.

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