Rui Pinto “queimado” pelo seu advogado por tentativa de extorsão

Esta sexta-feira, na primeira sessão de julgamento, o advogado garantiu estar inocente e explicou o cariz dos contactos que teve com o criador do Football Leaks.

“Não mudaria nada em relação ao que fiz, agi como advogado, sinto-me indignado por esta acusação, nunca tinha privado com o Rui Pinto. Falei duas vezes com ele pessoalmente. Depois ligou-me uma vez, quase um ano depois. Rui Pinto só me disse que teve um negócio de internet, tive conhecimento do banco em questão, que tinha sido hackeado. Achei que a transação era legal. Ligou-me um ano depois e falou de um contrato com a Doyen, sem especificar o que era. Demorei dois dias a responder a Rui Pinto, para verem que não era assim tão importante”, começou por referir Aníbal Pinto, explicando também que deixou avisos a Rui Pinto:

“Já tinha ouvido falar do Football Leaks e não tinha dúvida de que pudesse haver ali uma qualquer tentativa de extorsão. Disse que não poderia colaborar em nada por ilegalidade. Avisei-o mesmo que o crime mais grave era extorsão. Mantive o anonimato, porque tenho de cumprir com o sigilo profissional. Disse-lhe por email para não fazer mais asneiras e não cometer mais ilegalidades”, rematou.

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