Entretanto o aspecto físico dos jogadores é tido em conta no Benfica

O período «é conturbado», foi necessário recorrer «a novas estratégias» para uma situação inédita, está «tudo a ser levado muito a sério», exige-se aos jogadores «responsabilidade» para que todos se apresentem «mais fortes no primeiro treino» após a interrupção forçada devido ao surto de Covid-19. Alexandre Silva, preparador físico da equipa técnica de Bruno Lage, deu conta do que está a ser feito nesta pausa competitiva para evitar o que descreveu de «destreino» e para «manter os jogadores o mais ligados possível à atividade e competição». 

Alexandre Silva acredita que as competições poderão ser retomadas na segunda quinzena de maio, estimando paragem de «mês e meio» e antecipando duas semanas antes do primeiro jogo após a suspensão. «Temos estratégias bem delineadas, agora que sabemos o intervalo de tempo pela frente. Há uma pessoa responsável por cada quatro jogadores. Fazem controlo e recolhem informação sobre todos os planos facultados aos jogadores. Planos individuais para desenvolvimento das capacidades físicas de forma a não haver nível de destreino. Estamos a fazer tudo para garantir parâmetros de força, resistência ou velocidade. E fazendo isso com os recursos possíveis e limitações espaciais, porque alguns jogadores vivem em apartamentos, outros em moradias. Objetivo é os jogadores apresentarem-se a um nível que nos permita fazer duas semanas de treino forte. Isso implica responsabilidade individual dos jogadores no cumprimento do que foi prescrito. Os nossos jogadores são monitorizados todos os dias, não só pelo cumprimento do que fazem. Posso dizer que muitas vezes até querem fazer mais do que é prescrito. O controlo tem de ser feito por excesso e defeito, é a medida certa», explicou em declarações à BTV, fazendo questão de esclarecer que o regresso não será semelhante a uma nova pré-época, ao contrário do que «alguns colegas da área» disseram: «O período de interrupção pode ser idêntico, mas o recomeço da atividade de treino coletivo é feito em menos de metade de que numa situação normal.» 

Neste processo, contou, colabora grupo multidisciplinar: equipas técnica e médica, Benfica LAB, nutricionista, departamento de operações, coordenados pelo diretor-geral, Tiago Pinto.

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