Sven-Göran Eriksson lembra a grandeza do Benfica

O sueco Sven-Göran Eriksson passou, em entrevista ao The Coaches’ Voice, em revista os anos mais dourados da sua longa carreira como treinador. O Benfica, claro está, não passou ao lado e o nórdico guarda com carinho as duas passagens pela Luz. No total, Eriksson ganhou três campeonatos, uma Taça de Portugal e uma Supertaça, chegando ainda a duas finais europeias: uma da Taça UEFA, perdida para o Anderlecht, e uma da Taça dos Clubes Campeões Europeus, perdida para o AC Milan.

«Quando estava na Suécia, tive a oportunidade de treinar o Benfica e aceitei. Foi um grande passo para mim, nunca tinha estado fora do meu país. Quando cheguei, tentei repetir o que tinha feito no Gotemburgo e as coisas correram bem. Tive muita sorte, porque o Benfica estava num período mau, em que não ganhava muitos títulos… É um clube tão grande, em Portugal e na Europa, que não ganhar é um falhanço. Um segundo lugar não é nada.

– Os jogadores ouviram-me, aceitaram as minhas ideias, completamente novas para eles, sobre como treinar, como jogar… E a nível mental, claro. Não queria jogar para defender e ficar contente com um empate. Ganhámos vários títulos e fomos a finais europeias. Com esses resultados tive muitas ofertas e, naquela altura, o futebol italiano era, talvez, o melhor do mundo. Tive essa proposta [Roma] e decidi que era altura de sair.»

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