Mercado rendeu acima dos 150 milhões ao Benfica

Estabilidade desportiva, que permitiu fechar praticamente o plantel antes do início oficial da temporada, e estabilidade financeira, enraizada na supertransferência de João Félix, eis as ideias fortes do mercado de verão do Benfica, que recebeu como nunca, mas gastou igualmente muito dinheiro, bem mais do que há um ano.

Em 2018, Castillo (€7,8 M), Germán Conti (€4,7 M), Ferreyra (em teoria a custo zero, mas com despesas de assinatura e intermediação de €4 M), Vlachodimos (€2,4 M), Gabriel (€9,7 M) e Lema (outro caso de custo zero com despesas, mas inferiores às de Ferreyra) justificaram investimento aproximado de €30 milhões.

Um ano depois, verão de 2019, o Benfica investe mais de €50 milhões em reforços, com natural destaque para os dois atacantes, Raul de Tomas (€20 milhões ao Real Madrid, segundo jogador mais caro da história do Benfica, atrás de Raúl Jiménez, €21,8 M), e Carlos Vinícius, o terceiro da lista dos mais caros de sempre para as águias, €17 milhões pagos ao Nápoles, de Itália, pelo atacante brasileiro. Há ainda Cádiz, cedido ao Dijon, que justificou investimento de €3 milhões (jogava no V. Setúbal, cedido pelo Monagas, da Venezuela), Chiquinho, contratado ao Moreirense (€3,75 M), Caio Lucas, garantido em teoria a custo zero, mas que justificou investimento superior a €3 milhões, e ainda o jovem (18 anos) central brasileiro Morato, ex-São Paulo, que chegou anteontem a Lisboa a troco de aproximadamente €7 milhões.

Tudo junto, e sem outros investimentos menores para as equipas secundárias, mais de €50 milhões aplicados em caras novas, número ainda assim bem distante dos valores encaixados com os negócios de saídas, com destaque, naturalmente, para a venda de João Félix ao Atlético Madrid, que fez entrar nos cofres da Luz qualquer coisa como €120  M.

Relativamente às saídas do plantel de Bruno Lage há a registar a entrada de aproximadamente €7 milhões pela venda de Eduardo Salvio ao Boca Juniors. Krovinovic, cedido ao West Bromwich Albion, de Inglaterra, originou verba de €335 mil, ao passo que a mudança de Yuri Ribeiro para o Nottingham Forest, do mesmo país, terá rendido cerca de €1 M. Corchia regressou a Sevilha, pois estava emprestado, Jonas terminou a carreira.

Quase, quase €130 milhões respeitantes a partidas, mas que sobem consideravelmente e passam aos €150 M se acrescentarmos outros interesses benfiquistas: Carrilo estava emprestado ao Al Hilal, que o comprou por €9,2 M, já Luka Jovic, entre o valor pago pelo Eintracht Frankfurt pelo empréstimo (€6 M) e valor das mais valias pela venda ao Real Madrid, deixa na Luz mais 22 milhões de euros. 

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