Pizzi em modo superação arranca época em grande

Está a iniciar a temporada com fogo nas botas ou não fosse já o melhor marcador das águias nos dois jogos oficiais. Pizzi, 29 anos, tem-se assumido como referência principal da equipa dirigida por Bruno Lage, mérito reconhecido com a atribuição da braçadeira de capitão. Anteontem o médio bisou, como já tinha feito contra o Sporting na Supertaça, e graças a isso obteve o golo 50 da carreira dele de águia ao peito iniciada na temporada 2014/15 (vinculara-se ao Benfica na época anterior, proveniente do Atlético Madrid, mas acabou cedido por mais um ano ao Espanhol).

Na época de estreia na Luz, pela mão ainda de Jorge Jesus, Pizzi apontou quatro golos; em 2015/2016 chegou aos oito; em 2016/2017 marcou 13 golos; em 2017/2018 fez seis; na temporada  2018/2019 chegou aos 15, aquela que foi a melhor época dele, e esta temporada já leva quatro em apenas duas partidas.

O transmontano revela-se fundamental em termos ofensivos sendo ele o principal mentor do rolo compressor em que se transformou o ataque encarnado nos jogos contra Sporting e Paços de Ferreira, com duas goleadas e dez golos apontados. Contra os leões fez o 2-0 e o 4-0, o primeiro de pé direito o segundo de pé esquerdo e em ambos foi Rafa quem lhe colocou a bola para finalizar. Mas também fez o passe para o 1-0, apontado por Rafa na Supertaça. Em consequência disso foi eleito o homem do jogo pelos jornalistas que estavam no Algarve no desafio que abriu a temporada, distinção que voltou a receber, desta vez por votação dos benfiquistas, na primeira jornada da Liga (para A BOLA, contra o Paços de Ferreira foi Nuno Tavares o melhor em campo), consequência do 2-0 e 4-0 que tiveram a assinatura dele e ainda da assistência para o golo de Nuno Tavares que desbloqueou o marcador.

Contra o Paços marcou em ambas as ocasiões de pé direito: a primeira na sequência de penálti. Estando em campo, é ele o primeiro marcador de serviço na marca de grande penalidade, papel que assumiu na época passada: este foi sexto golo da marca dos 11 metros: na época passada marcou ao Sporting, Nacional, SC Braga (por duas vezes) e Feirense.

Com Bruno Lage, Pizzi voltou às raízes, jogando no papel de médio interior direito. Foi o rei das assistências na Luz, com 23 passes para golo em todas as provas, e 15 golos apontados, sendo o quarto melhor marcador da equipa atrás de Seferovic, João Félix e Rafa.

Este ano repete o bom início do último verão, ainda com Rui Vitória e no papel de médio ofensivo. Na primeira jornada da Liga, segundo jogo da época, fez um hat trick contra o V. Guimarães na Luz e até ao fim desse agosto marcou por mais três ocasiões: duas vezes contra o PAOK (na Luz e na Grécia) no play off de acesso à Champions e contra o Boavista na Liga.

Soma a toda esta influência o facto de ser também jogador que raramente falha jogos devido a lesões: desde que chegou ao emblema encarnado apenas uma vez falhou jogo por lesão, em 2015/2016 devido a um problema no tornozelo. 

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