VARgonha servida pelos suspeitos do costume sobre um Benfica superior

O Benfica foi retirado da final da Taça da Liga pela equipa de arbitragem chefiada por Carlos Xistra, com Fábio Veríssimo no VAR.

Com decisões tortas e erradas em momentos-chave do clássico – entre as quais um golo mal anulado –, a equipa de arbitragem liderada por Carlos Xistra, que teve Fábio Veríssimo no papel de videoárbitro, acabou por barrar o caminho ao Benfica na discussão do acesso à final da Taça da Liga no mano a mano com o FC Porto no Municipal de Braga (1-3).

O embate arrancou com intensidade e velocidade de parte a parte, com ambos os guarda-redes a mostrarem serviço. Svilar parou com categoria um remate de Marega, que fugira à vigilância dos centrais (1′), e no lance seguinte foi Vaná a negar o golo a João Félix (2′), que tentou acertar nas redes num cabeceamento após canto executado por Pizzi no lado esquerdo.

Num duelo repartido, com a bola a viajar com frequência de uma extremidade à outra do retângulo de jogo, o FC Porto tirou proveito de um desarme irregular de Óliver (falta) em lance dividido com Gabriel e lançou Marega na área do Benfica. O maliano chutou para defesa de Svilar com a perna direita, mas Brahimi ainda conseguiu fazer-se ao esférico e rematá-lo para o 0-1 (24′). A ilegalidade na origem do lance, que nem o videoárbitro foi capaz de reparar, marcava o início de uma atuação desastrada de toda a equipa de arbitragem.

O Benfica reagiu rapidamente à desvantagem e alcançou a igualdade num lance de costa a costa.

[GOLO: 1-1] Jardel recuperou a bola à saída da zona defensiva, progrediu com ela durante alguns metros e abriu na direita para Pizzi. O camisola 21 das águias cruzou para a entrada de Seferovic na área, com o internacional a dominar e a disparar para defesa incompleta de Vaná. Rafa, no sítio certo para empatar, não perdoou na recarga e pontapeou o esférico para dentro da baliza (31′). O lance, apesar de limpo, foi sinalizado pelo videoárbitro e revisto por Carlos Xistra, que só podia fazer uma coisa: confirmar a legalidade do golo. Foi o que aconteceu.

O equilíbrio de forças era evidente no terreno e estava plasmado no resultado, mas o FC Porto, num lance em que Brahimi derivou com bola para zona interior e cruzou largo, teve Corona a dar sequência, com um passe atrasado, e Marega, depois de deixar Grimaldo por terra, a rematar para o 1-2 (35′).

Em cima do tempo de intervalo, o Benfica, numa excelente transição rápida, empatou a partida… mas a equipa de arbitragem não autorizou.

[GOLO ANULADO A PIZZI] João Félix, numa chegada rápida à bola, fez o passe que provocou o desequilíbrio, “pedindo” a Seferovic que fizesse o passe em profundidade para explorar a velocidade de Rafa, que depressa ficou cara a cara com Vaná e tocou para o lado na direção de Pizzi, que encostou para as malhas. Estava feito o 2-2 aos 45’+2′, numa jogada legal, que, no entanto, a equipa de arbitragem não considerou como tal. O assistente Nuno Pereira levantou a bandeirola para assinalar fora de jogo a Rafa; o videoárbitro interveio e Carlos Xistra decidiu-se pela invalidação do empate… sem rever as imagens do lance.

Nada, todavia, desmobilizou a equipa benfiquista, que principiou a etapa complementar a lutar pelo golo da igualdade que já lhe deveria ter sido reconhecido. Aos 47′, Seferovic teve o 2-2 no pé esquerdo, após passe de Pizzi, mas a bola passou rente ao poste esquerdo. O empate esteve de novo no horizonte aos 54′, mas João Félix, depois de se libertar no corredor central e ficar com uma clareira para visar a baliza, não foi certeiro no remate e perdeu-se uma franca oportunidade para repor a verdade.

Gedson (rendeu Gabriel aos 61′), Castillo (substituiu Pizzi aos 72′) e Salvio (no lugar de André Almeida aos 83′) foram peças que Bruno Lage colocou na equipa com o objetivo de mudar a história do desafio, arriscando e empurrando o FC Porto para a sua defensiva. As águias tiveram mais bola, forçaram o 2-2 com alma e atitude, reconhecida, aliás, pelos adeptos presentes no Municipal de Braga, mas, em contragolpe, num pontapé para diante a explorar um sprint, os dragões fecharam o jogo por intermédio de Fernando Andrade (1-3 aos 86′).

Em cima do tempo de intervalo, o Benfica, numa excelente transição rápida, empatou a partida… mas a equipa de arbitragem não autorizou.

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