Pedro Sousa e o ambiente do Court na Austrália: “Arrepiante mas não como o Estádio da Luz”

A devoção de Pedro Sousa pelo Benfica é sobejamente conhecida e tamanha que o manto sagrado, como chama à camisola do clube, é peça obrigatória na bagagem do lisboeta quando calcorreia mundo com o saco de raquetas.

Segunda-feira, porém, foi de azul celeste que entrou na Margaret Court Arena, o segundo estádio do Open da Austrália, para a estreia em quadros principais do Grand Slam. Deu o ar do seu talento num duelo com Alex de Minaur, perdeu, mas até nessa hora não deixou de lado a alusão ao clube.

«Estava um pouco nervoso, o normal dadas as circunstâncias. Entrar lá foi incrível, o barulho era de arrepiar… Quando entrámos em campo parecia que estava no Estádio da Luz. São experiências que ficam. Foi arrepiante, sim, mas não tanto como no Estádio da Luz! Deu para arrepiar um bocadinho», descreveu a A BOLA o lisboeta de 30 anos, no seu modo sempre muito descontraído.

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