O ritual de Bruno Lage

Pode ser superstição, pode ser apenas por uma questão técnica, ou pode ser apenas para perceber o estado do tempo… A verdade é que ontem, à semelhança do que acontecera no último jogo no Estádio da Luz, Bruno Lage fez questão de entrar sozinho no relvado pouco depois da equipa ter chegado ao estádio.

Uma hora antes do início da partida, quando os jogadores ainda se equipavam na cabina, o treinador entrou em passo lento no relvado, mãos nos bolsos, de fato de treino, pisando a relva como que para perceber o estado do piso. Só quando chegava à linha de meio-campo foi reconhecido pela falange de adeptos que se situava no lado oposto à entrada e foi, aí, ruidosamente aplaudido, acenando com a mão.

Quando a equipa entrou, então, para o início da partida surgiu no relvado já com um casaco mais quente e em passo apressado ao lado de Tiago Pinto. A serenidade pautou-se durante o jogo.

Raramente esboçou um grito, raramente se viram emoções à flor da pele. Apenas em alguns lances que implicavam movimentos defensivos da sua equipa orientou alguns posicionamentos. No final do jogo, mal o árbitro apitou para o final foi cumprimentar Gedson em primeiro lugar. Afinal fora ele o último a entrar no jogo e mal teve tempo para tocar na bola.

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