César assume culpas por não ter vingado no Benfica

O internacional brasileiro, César Martins, não conseguiu vingar no Benfica, Nacional e Vitória de Setúbal, mas agora, no Santa Clara, brilha na equipa sensação da Liga.

O jogador de 26 anos, sente que está a escrever a sua história, e garantiu que aprendeu com os erros e desvendou o porquê de não ter ficado no clube da Luz.

«O que o Santa Clara tem feito até agora é mesmo surpreendente. Muita gente duvidou de nós, mas estamos a mostrar que temos capacidade e qualidade. Apesar de ser uma equipa recém-promovida, está a fazer um grande campeonato. Estamos no caminho certo. Mas o nosso pensamento é mesmo a manutenção, é assegurar a permanência na Liga», começou por referir.

No que diz respeito ao Benfica, César revelou o que «faltou» para seguir o seu caminho no Benfica: «Tive algumas oportunidades com Jorge Jesus, mas perdi mesmo espaço depois da lesão… É verdade que também não me cuidei e por isso também me sinto muito culpado. Poderia ter-me cuidado um pouco mais, ter-me protegido um pouco mais. Voltei a jogar e lesionei-me logo outra vez. Poderia ter feito algumas coisas a mais para não ter sofrido outra lesão, a culpa foi toda minha. O clube deu-me todo o apoio possível. Depois, com a chegada de Rui Vitória, tinha condições de continuar e jogar, mas ele não pensou assim. Respeito a decisão, foi uma opção dele. Mas sinto, sim, que tinha condições para ter seguido no Benfica até hoje. Estou a trabalhar forte para, quem sabe, um dia voltar.»

O jogador brasileiro admitiu que aprendeu bastante nos tempos de águia ao peito.

«Se queres ficar no topo, fazer parte do grupo de melhores jogadores e defender um grande clube, tens de te cuidar muito, principalmente fora de campo, com a alimentação, descanso… Cheguei jovem ao Benfica, que é um dos maiores clubes do mundo e o maior de Portugal, e isso mexeu um pouco com a minha cabeça. Como disse anteriormente, eu sou o grande culpado pelo que se passou naquela altura. Poderia estar no Benfica até hoje. Hoje cuido-me muito mais. Aprendemos com o tempo e também com os erros, não é? Ainda bem que eu aprendi, porque às vezes você bate, bate e bate… e mesmo assim não aprende», sublinhou.

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