“O cerco aperta. As máscaras caem”

img_817x460$2018_03_14_18_45_23_328039Diogo Faria, co-autor do livro «Polvo Encarnado», escrito por Francisco J. Marques (diretor de comunicação do FC Porto), foi colega de faculdade e de curso com o hacker Rui Pinto.

Atualmente em parte incerta, o génio informático que terá roubado os e-mails ao Benfica coincidiu com Diogo Faria, também membro da página Baluarte Dragão e habitual comentador no Porto Canal, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, no curso de História, para o qual os dois entraram no ano letivo de 2008/09.

Documentos pesquisados e denunciados pelo jornal A BOLA mostram também a ligação de Rui Pinto à cidade de Budapeste, a partir de onde terá orquestrado todo o esquema que visou o Benfica nos últimos meses. Corria o ano letivo de 2012/13 quando Rui Pinto ficou colocado na universidade Eötvös Loránd Tudományegyetem, localizada precisamente na capital da Hungria.

Entretanto, Diogo Faria, que chegou até a ser presidente da Associação de Estudantes do estabelecimento, já se defendeu através do Facebook:

«Entre 2008 e 2011, fui colega de Rui Pinto na licenciatura em História da Faculdade de Letras do Porto. Em algumas disciplinas, integrámos as mesmas turmas, normalmente com mais de 100 estudantes. Não somos amigos, nunca fomos, nem temos círculos de amigos em comum. Não o vejo, seguramente, há mais de cinco anos, e não mantenho ou mantive qualquer contacto direto ou indireto com ele. Evidentemente, não faço a mais pequena ideia se têm algum fundamento as notícias que o apontam como hacker.

Porque não devo explicações a ninguém, muito menos a toupeirinhas avençadas, optei por não reagir ao que desde ontem à noite tem sido veiculado sobre mim pela comunicação oficiosa do Benfica. Não sinto, obviamente, qualquer necessidade de responder a essa gente. Publico agora este esclarecimento porque as insinuações que têm propagado estão a ter eco, pelo menos, na CMTV, a quem já tive a oportunidade de transmitir o que aqui escrevi.»

Através da conta de Twitter destinada à comunicação social, o Benfica já reagiu à notícia  que adianta que Diogo Faria, colega de Francisco J. Marques no Porto Canal, foi colega de faculdade e de curso de Rui Pinto, hacker que terá estado na origem do roubo dos e-mails ao clube da Luz.

«O crime organizado no seu melhor. Exibem produto do crime e dizem que foi oferecido por hacker famoso por roubar a troco de dinheiro. E agora dizem que se conhecem sem se conhecer. O cerco aperta. As máscaras caem.»

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