Rui Vitória: Começar 2º ciclo de jogos a ganhar, estar na frente e sempre focados

rui-vitoria-equipa-newRui Vitória aproveitou a especificidade do jogo da Taça da Liga com o Rio Ave, o primeiro do Benfica na fase de grupos, para conceder minutos a alguns jogadores com o objetivo de ter mais elementos “aptos a dar respostas em contextos de alta intensidade”.

O triunfo perante os vila-condenses foi construído com naturalidade, mas a equipa benfiquista, na opinião do seu treinador, poderia ter aproveitado melhor algumas bolas para apontar o 3-0 e resolver imediatamente uma partida em que Svilar, Conti (estreia absoluta), Yuri Ribeiro e Alfa Semedo entraram no onze inicial, e Gabriel, reforço para 2018/19, foi lançado aos 70′.

Novo ciclo, o mesmo hábito

“Foi uma vitória justa, mas também difícil porque defrontámos uma boa equipa. Foi um jogo um pouco esquisito, a querermos impor a nossa forma de jogar, mas a haver muitas paragens e algumas quezílias. Queríamos outra fluidez, mas ficámos em vantagem, fizemos o segundo golo e depois poderíamos ter aproveitado melhor algumas bolas para chegar ao 3-0 e sentenciar a partida. Não o fizemos, o adversário acabou por marcar um golo. Fica uma vitória num jogo que tem sempre um contexto diferente, com alguns jogadores a atuar pela primeira vez e outros que regressaram das seleções. Acabámos o primeiro ciclo da época a vencer, começámos este a ganhar; estamos na frente e é importante olhar para todas as competições com este foco, jogo a jogo.”

Benfica-RioAve

Equipa a render com caras novas

“As dinâmicas estabelecidas demoram mais tempo, mas mesmo assim a equipa na segunda parte teve boas situações, teve bolas para fazer mais golos. É um processo natural. O fundamental era ganhar este jogo. A Taça da Liga muitas vezes serve para um ou outro jogador ir crescendo e ganhando confiança com minutos de jogo, sem que a equipa perca rendimento. É importante termos mais jogadores aptos e confortáveis para dar respostas em contextos de alta intensidade.”

Benfica-RioAve

Taça da Liga antes da Champions: é o melhor?

“Isso é falar na elaboração dos calendários e teríamos muito que falar em relação ao que foi esta época, concretamente um primeiro mês para uma equipa portuguesa que vai representar Portugal na UEFA. Esse período tem de ser melhor pensado; perder três fins de semana com a Taça da Liga tem de ser melhor pensado; os jogos pré-ligas europeias têm de ser melhor pensados; o mês de janeiro tem de ser melhor pensado. Se não pensarmos isto de uma forma global, com profundidade, se não olharmos para o que se passa lá fora, o futebol português vai passar mal nos próximos anos.”

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