Francisco J. Marques sujeita-se a efeito ricochete com procedimento criminal

16e0b116324be4f659a74c1ab97aeaf1O Ministério Público (MP), através do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), está a questionar os citados nos emails divulgados por Francisco J. Marques se querem avançar com procedimento criminal contra o diretor de comunicação do FC Porto.

A notificação, informa que quem viu o seu nome abordado no famoso programa Universo Porto – da Bancada, do Porto Canal, no qual o ex-jornalista divulgou o conteúdo de correio eletrónico de dirigentes e funcionários do Benfica, pode fazê-lo em reposta à referida notificação.

Mais informa o MP que o período em causa dos atos sujeitos a procedimento criminal dos visados data de 11 de abril de 2017 a 9 de janeiro de 2018.

O diretor de comunicação e informação dos dragões foi constituído arguido no caso dos emails por divulgação dos mesmos sem consentimento. A decisão foi tornada pública em julho.

Esta é mais uma consequência de um longo processo que começou em abril de 2017, com a divulgação da famosa «cartilha». Seguiu-se, em junho, a divulgação de emails envolvendo Pedro Guerra, Paulo Gonçalves e Luís Filipe Vieira e uma alegada teia de relacionamentos visando o controlo da arbitragem. As águias, entretanto, contra-atacaram, apresentando queixa-crime contra Francisco J. Marques. Este é mais um passo num processo que promete.

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