Benfica ultrapassa Fenerbahçe e marca encontro com o PAOK no playoff da Champions

Exibição madura e sólida do Benfica na Turquia, cumprindo em pleno as linhas enunciadas pelo treinador Rui Vitória na antevisão do duelo com o Fenerbahçe na 3.ª eliminatória da Liga dos Campeões: defendeu quando teve de defender, atacou quando se impunha e foi à procura do golo que confirmou o apuramento para o play-off.

Na próxima eliminatória da Champions, que define as últimas entradas na fase de grupos da prova, o Benfica enfrenta o PAOK, da Grécia, com a primeira mão a ter lugar no Estádio da Luz no dia 21 de agosto (terça-feira), às 20h00.

Medindo bem os terrenos que pisava, a equipa do Benfica foi fria e cerebral na abordagem à partida. Organizada e raramente permitindo espaços ao adversário turco, assumiu o controlo e até o comando dos acontecimentos, confirmando na prática a ambição anunciada de véspera em conferência de Imprensa.

Aos 26’, o golo do Benfica: numa combinação de ataque nascida na direita, Castillo recebeu na área e com um toque curto e pronto serviu o movimento de rutura de Gedson; este infiltrou-se entre os defensores, dominou o esférico e, com um toque subtil de pé direito, venceu a oposição do guarda-redes Demirel (0-1).

O Fenerbahçe reagiu e mostrou os dentes num remate de Elmas (32’) para boa defesa de Odysseas. No entanto, a melhor oportunidade de golo nesta fase foi criada pelo Benfica, com Ferreyra (rendeu Castillo, que estava inferiorizado fisicamente, aos 34’) a fugir nas costas da defensiva turca, descaído para a direita, e, depois de passar pelo guarda-redes, já com ângulo encurtado, a chutar às malhas laterais (43′).

Já dentro do tempo de compensação (45’+1’), um cruzamento na esquerda do ataque do Fenerbahçe foi concluído de cabeça por Potuk, que empatou o desafio (1-1).

O público e a equipa turca voltaram a acreditar que poderiam discutir a passagem ao play-off da Champions. Os primeiros minutos da etapa complementar foram repartidos, mas viu-se um Benfica forte, resistente, convicto e determinado a segurar a vantagem ditada pela vitória na Luz (1-0) e pelo golo assinado por Gedson em Istambul.

Odysseas parou um remate de Alici (62’) e, com várias ações em contra-ataque e ataque rápido a passarem pelos pés de Gedson e Cervi (entre outros), as águias estiveram perto de apontar um segundo golo que arrumaria com qualquer vestígio de dúvida quanto ao apuramento para a última ronda de acesso à fase de grupos.

Rui Vitória lançou Alfa Semedo no encontro aos 72’ (rendeu Salvio) e a partir desse momento os encarnados seguraram com absoluta firmeza o controlo da partida e a qualificação. A fechar, no período de tempo extra, André Almeida, no jogo 200 com o Manto Sagrado, ficou a milímetros do 1-2.

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