Lisandro em entrevista afirma que vai falar com Rui Vitória sobre o futuro

image.aspxLisandro explica em entrevista a O JOGO que a sua utilização quase nula no Inter (45 minutos) na meia época de empréstimo derivou da consistência dos centrais Miranda e Skriniar. Mas frisa que a experiência valeu pela aprendizagem.

O que espera para a nova época? Continuar no Benfica ou procurar novos horizontes na carreira?

-Para já devo apresentar-me no clube [Benfica] até porque tenho contrato até 2021. Irei para Lisboa no início da pré-temporada e falarei com o treinador Rui Vitória para saber se ele conta ou não comigo para a próxima época. Se me disser que não, então irei estudar as opções e as ofertas que existirem vindas de outros lados.

De outras equipas do futebol português?

-Eu sinto-me muito identificado com o Benfica e, por isso, não iria para outro clube em Portugal nem nenhum deles me iria procurar.

Por que razão o Benfica falhou o título?

-O FC Porto tinha um bom plantel e também não se pode ser campeão todos os anos. O Benfica lutou pelo campeonato como faz sempre, pois é o maior clube do país, mas, desta vez, não conseguiu ser campeão. Na próxima temporada, no entanto, estou certo de que irá recuperar o lugar de número um, pela qualidade e história que o clube tem.

E a nível internacional, o que falta ao Benfica para chegar mais longe?

-Atualmente, no futebol europeu, existem clubes grandes como Real Madrid, Barcelona, Bayern e Manchester City, eles são os grandes “donos” da Liga dos Campeões no presente. Depois, num plano secundário, surgem equipas como PSG, Juventus, Benfica, Atlético de Madrid e mais um ou outro clube inglês ou italiano. Por isso, chegas onde podes chegar e, por vezes, até consegues uma surpresa, apesar do domínio dos quatro maiores.

Que balanço faz da passagem pelo Inter?

-Em relação àquele que era o meu objetivo inicial, que era poder jogar mais minutos, tenho de ser sincero e dizer que o balanço não é positivo pois fiquei longe de o conseguir. Não me pude mostrar como queria e desejava. Mas, por outro lado, aprendi muito na liga italiana, que é uma escola para um defesa pela aprendizagem tática e pela forma como se treina. Tive de fazer várias vezes marcação a Mauro Icardi [avançado argentino do Inter] nos treinos e isso ajudou-me muito.

Como explica o facto de não ter jogado com regularidade?

-O treinador olhava para mim como estando num patamar abaixo dos meus companheiros de equipa. Os titulares eram Miranda e Skriniar que se mostraram num nível alto toda a temporada, sendo importantes pela ajuda que deram no apuramento da equipa para a Champions.

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