Benfica lembra triunfo dos onze Eusébios no clássico em despedida do rei

coreografia-5-eusebio-classico-thumbnailA 12 de janeiro de 2014, uma semana depois da morte de Eusébio da Silva Ferreira, o Pantera Negra voltou a entrar em campo – no espírito, nas bocas dos adeptos e nas costas dos jogadores encarnados – para levar o Benfica a um triunfo por 2-0 sobre o FC Porto, com a equipa a terminar a primeira volta da I Liga como líder isolado.

Perante um Estádio da Luz com 62 508 espectadores (naquela que foi a maior enchente da época 2013/14), o nome de Eusébio – símbolo benfiquista, mas também do futebol português – era omnipresente. Nas cartolinas vermelhas e brancas exibidas nas bancadas da Luz, nas bandeiras e faixas, no minuto de silêncio que antecedeu o jogo, respeitado quase a 100% como era o desejo da família.

Depois, o pontapé de saída para mais um clássico, aquele que poderia desempatar ou manter tudo empatado. Logo aos 13’ – o mesmo número que Eusébio envergou ao serviço da Seleção Nacional no Mundial de 66 –, o Benfica concretizou o seu domínio em golos. Perda de bola a meio-campo, jogada fantástica de Markovic, que coloca a bola nos pés de Rodrigo, que aparece na área e bate Helton. Golo com dedicatória, pois claro, e enorme festa na Luz.

O jogo prosseguiu com o Benfica por cima. O somatório de oportunidades deixava antever um resultado ao intervalo algo escasso para os da casa. Sem tirar o pé do acelerador, Garay, na marcação de um pontapé de canto, subiu mais alto e cabeceou para o 2-0 (53′).

O Benfica terminava então a primeira volta do Campeonato Nacional no primeiro lugar com 36 pontos numa época que culminaria com o título – o primeiro do Tetra.

 

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