Vlachodimos novamente associado ao Benfica para janeiro

DA-z2PRXcAAo7HiNo último verão, esteve a um pequeno passo de se transferir para o Benfica, num negócio que envolvia Ola John. O holandês acabou por não aceitar mudar-se para a Grécia, tendo abortado a operação

Odysseas Vlachodimos, guarda-redes de 23 anos do Panathinaikos, pode reforçar o Benfica em janeiro, na reabertura do mercado. O internacional sub-21 alemão esteve a um pequeno passo da Luz no último verão, num negócio que envolvia a cedência de Ola John ao clube grego, mas à última hora o holandês fez abortar a operação, recusando a transferência para o Panathinaikos.

No entanto, o guarda-redes alemão nunca saiu da rota das águias e, agora volta a estar no caminho da Luz. As negociações entre o Benfica e o Panathinaikos estão em curso, com os encarnados a oferecerem dois milhões ao emblema grego para libertar o jogador.

O rendimento do Benfica nesta temporada tem ficado muito abaixo das expectativas e a baliza é dos um pontos mais visados pela crítica. Ainda no último fim de semana, Bruno Varela, titular neste arranque de época, teve uma abordagem errada no lance que ditou a derrota dos encarnados no Bessa diante do Boavista.

Analisados os vários problemas na equipa, Vieira pretende reforçar o plantel com um elemento que dê garantias e, por isso, está disposto a recrutar o keeper de 1,91 m e cujo contrato com o Pana termina em junho de 2019.

A confirmar-se a chegada de Vlachodimos em janeiro, é certo que, além do indispensável reajustamento na hierarquia dos guarda-redes do Benfica, também se verificará pelo menos uma saída para emagrecer o número de homens para aquela posição. É que neste momento, o Benfica tem quatro: Svilar, Varela, Júlio César e Paulo Lopes.

Vlachodimos chegou ao emblema grego, proveniente do Estugarda, a meio da temporada 2015/16, tendo realizado apenas uma partida. No ano seguinte, solidificou a sua posição na equipa tendo sido titular indiscutível, o mesmo acontecendo esta época, em que esteve em todas os jogos disputados pela sua equipa. Ou seja, quatro na Liga Europa e quatro no campeonato, num total de 720 minutos.

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