Máquina de vendas do Seixal destacado na Bloomberg

Num dos “países mais pobres da Europa”, diz um artigo da Bloomberg, o SL Benfica foi um dos clubes portugueses que conseguiu tornar-se uma “fábrica de jogadores de futebol que vale milhões”, devido “à habilidade dos clubes para moldar talento”.

Através de contratos de exclusividade com os meios de comunicação e a venda de merchandising, os encarnados conseguem manter ativa a máquina de produção de jogadores que são vendidos no mercado mundial por milhões.

A publicação lembra que o futebol nacional é do melhor que o país exporta e do se faz no mundo: os jogadores portugueses estiveram envolvidos nos negócios mais caros da liga inglesa, a mais rica da Europa, sendo dado o exemplo de Ederson. O guarda-redes foi comprado ao SL Benfica pelo Manchester City por 40 milhões de euros.

“As pessoas sabem que os nossos jogadores não serão baratos porque temos um bom histórico”, disse Domingos Soares de Oliveira.

“Uma vez que os vendemos, queremos que eles sejam bem-sucedidos. Se um jogador falhar uma vez depois de ser vendido, é algo que afetará nossa marca”, pode ler-se nas declarações do administrador-executivo da SAD.

“Os encarnados já negociaram valores entre os 70 e os 80 milhões de euros de jogadores em cada um dos últimos três anos, criando um fluxo regular e consistente de renda”, disse o CEO.

Renato Sanches é uma das histórias de sucesso mais recentes. O médio passou das camadas jovens do SL Benfica para a equipa principal antes de ser vendido para o Bayern de Munique por 35 milhões de euros, tudo no espaço de uma temporada.

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