Benfica nos quartos-de-final da Taça de Portugal após 3-0 ao Real Massamá.

zivkovic-frente-ao-real-massamaO Benfica garantiu esta noite a passagem para os quartos-de final da Taça de Portugal, depois de bater o Real Massamá por 3-0. A equipa do terceiro escalão nacional até se bateu bem durante a primeira parte, não tendo pernas para o andamento do tricampeão nacional na segunda parte.

Foi um Benfica com muitas alterações e uma estreia na equipa principal. Dos habituais titulares, sobraram Ederson, André Almeida (esta noite no lado direito da defesa) e Cervi. Este último regressou à titularidade após ter dado lugar a Rafa no dérbi.

Rui Vitória optou por dar minutos à dupla de centrais que tem alternado no banco, com Jardel a capitanear na companhia de Lisandro López. Mas a novidade foi também na defesa. Na faixa esquerda, e perante as lesões de Eliseu e Grimaldo, e a necessidade de dar descanso a Nélson Semedo com o desvio de André Almeida para o lado direito, foi a vez de ser lançado na equipa principal e diretamente ao onze, o jovem Yuri Ribeiro que habitualmente alinha na equipa B. Jogou os noventa minutos em bom destaque mostrando ser opção para Rui Vitória.

Quem parece ter desperdiçado uma oportunidade foi o ex-leão André Carrillo. Uma primeira parte desastrosa que lhe valeu a substituição ao intervalo. A entrada de Gonçalo Guedes para o seu lugar, trouxe um outro Benfica para uma segunda do desafio, que chegara ao intervalo com empate a zero golos.

Foram só precisos 2 minutos para Mitroglou desfazer o nulo, tendo mais tarde bisado na partida. O terceiro foi concretizado por Jiménez que entrara mais tarde na partida.

Palavras ainda para as entradas na equipa do grego Samaris, a fazer de Fejsa, e Danilo no lugar de Pizzi (este acabou por entrar mais tarde para o lugar do brasileiro). Mas o destaque pela positiva vai para o campeão do mundo sub-20, o jovem sérvio Zivkovic. Grande jogatana do miúdo que está a ser trabalhado para a ponta final da temporada, e principalmente para ser jogador-chave na próxima época.

Nuno Alexandre Costa

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